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Defesa simplifica Livro Branco para aumentar transparência e participação da sociedade

Segurança nacional

Documento que reúne ações de defesa foi sintetizado para despertar mais interesse da população brasileira
por Portal Planalto publicado: 29/09/2016 17h58 última modificação: 08/05/2017 18h34
Foto: Reprodução/Portal Planalto Em entrevista, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dá detalhes sobre edição do Livro Branco

Em entrevista, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dá detalhes sobre edição do Livro Branco

O Livro Branco, que reúne as principais informações das Forças Armadas, foi apresentado, nesta quinta-feira (29), ao presidente da República, Michel Temer, pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelos chefes das forças militares. 

Na ocasião, ainda foram apresentados outros dois documentos: a Política Nacional de Defesa a Estratégia Nacional de Defesa. Os três textos – que devem ser encaminhados ao Congresso Nacional a cada quatro anos  receberam aprovação de Temer.

Em entrevista exclusiva ao Portal Planalto, o Almirante de Esquadra Ademir Sobrinho, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, destacou que, nesta edição, as informações do Livro Branco foram sintetizadas para gerar mais interesse da população. "Nós temos de mostrar para a sociedade que a defesa não é só restrita aos militares, a defesa também envolve toda a sociedade", disse.

Para o ministro da Defesa, Raul Jungmann, o principal objetivo do Livro Branco é o de dar transparência às atividades de defesa aos cidadãos brasileiros e aos países vizinhos. “Há ali um inventário da estratégia, da visão, de como nós estamos distribuídos. Nossas ações estão todas lá, abertas para os brasileiros, mas também para os nossos vizinhos. Nós queremos que eles saibam que nós temos a defesa e que apostamos na paz e estabilidade”, disse.

Segundo Jungmann, a política de defesa brasileira é transparente e prevê a ampliação da participação da sociedade, tanto em debates no Congresso Nacional como em seminários nas faculdades e centros de pesquisas. “Todos serão convidados a participar e colaborar. Um país democrático tem uma defesa democrática, e o Brasil, evidentemente, tem os dois.”

Fonte: Portal Planalto