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Setor intensivo em mão de obra, construção civil espera retomada dos empregos

Recuperação da economia

Para dirigente sindical, a cada R$ 1 bilhão investido na construção de moradias populares, são gerados cerca 51,3 mil postos de trabalho, considerando também empregos indiretos
publicado: 11/08/2016 16h24 última modificação: 11/08/2016 16h40
Foto: Beto Barata/PR Presidente em exercício Michel Temer cumprimenta representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Presidente em exercício Michel Temer cumprimenta representantes da Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Os trabalhadores da indústria da construção civil, um dos setores mais afetados pelo desemprego, esperam que o governo do presidente em exercício, Michel Temer, consiga reativar a economia e garantir projetos para que não faltem empregos no País. O pedido foi feito a Temer, nesta quinta-feira (11), pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), o deputado estadual Antonio de Sousa Ramalho (PSDB-SP), durante evento no Palácio do Planalto.

“Estamos aqui, tanto empresários como trabalhadores, para apoiar [o governo], com a intenção de, todos nós, fazermos o Brasil dos nossos sonhos, o Brasil que esperamos”, disse o sindicalista, reforçando o voto de apoio ao governo de Temer. “Não tenho dúvida que vossa excelência será o líder maior na frente do crescimento, de se fazer girar a roda do desenvolvimento, e a roda do desenvolvimento poderá crescer e caminhar a partir do setor da construção civil”, declarou Ramalho.

O investimento na construção civil, principalmente no ramo de habitação, apontou o líder sindical, é um dos caminhos mais eficazes também para combater o desemprego. Ele explicou que, com o investimento de R$ 1 bilhão para construção de moradias populares, são gerados cerca 51,3 mil postos de trabalho, considerando também os empregos indiretos.

Ramalho reforçou que, se esse investimento for feito em programas para a moradia popular, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV), o impacto social é ainda maior, uma vez que seria possível construir casas para abrigar pelo menos 13,1 mil famílias.

No evento, Ramalho disse ainda que os trabalhadores da construção civil estão dispostos a contribuir com propostas para reaquecer o setor, apontando para as políticas públicas de combate ao déficit habitacional, principalmente para as famílias de baixa renda. Por fim, o sindicalista elogiou a capacidade de Temer “ouvir as pessoas e ouvir os setores”.

Fonte: Portal Planalto