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Brasil inaugura centro de inteligência internacional para combater terrorismo

Rio 2016

Organismo integrará o trabalho de 250 policiais de 55 países, que atuarão juntos sob a coordenação da Polícia Federal e agências internacionais como a Interpol
por Portal Planalto publicado: 01/08/2016 19h25 última modificação: 11/08/2016 22h06
"O grande legado para o Brasil, em termos de segurança pública, é essa integração entre as polícias", afirmou Alexandre de Moraes

"O grande legado para o Brasil, em termos de segurança pública, é essa integração entre as polícias", afirmou Alexandre de Moraes

A quatro dias para o início dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o governo federal inaugurou, nesta segunda-feira (1), em Brasília, o Centro de Cooperação Policial Internacional (CCPI). O organismo integrará o trabalho de 250 policiais de 55 países, que atuarão juntos no cruzamento de informações, em tempo real, de diferentes bancos de dados internacionais. O objetivo, disse o ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, será combater a criminalidade e o terrorismo de forma integrada, por meio de parcerias entre a Polícia Federal e agências internacionais como a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), a Comunidade de Polícias da América (Ameripol) e o Serviço Europeu de Polícia (Europol).

Com o novo centro, foi ampliado o acesso ao banco de dados dos países e o cruzamento desses dados. O diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, lembrou que a presença de policiais de outros países trabalhando conjuntamente aos brasileiros é fruto de um processo de começou na Copa das Confederações (2013) e na Copa do Mundo (2014).

Agora, com o Centro, esse processo foi aperfeiçoado, disse o ministro Alexandre de Moraes, mencionando que o complexo de inteligência permitirá às forças de segurança atuar de forma integrada e ágil durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “Fizemos a lição de casa.”

Conforme frisou o ministro Alexandre de Moraes, a organização do centro será compartilhada. Dessa forma, será possível ter acesso a informações de todas as pessoas que vem para o Brasil antes mesmo de embarcarem para o País.

Agora, disse o ministro, qualquer pessoa com destino ao Brasil passará por checagens antes e durante a viagem. Caso haja algum impedimento, o passageiro é deportado imediatamente.

O grande legado para o Brasil, em termos de segurança pública, é essa integração entre as polícias, afirmou Alexandre de Moraes. Ele garantiu ainda que o Brasil está totalmente preparado, como todos os países do mundo, com a melhor preparação. "Tudo o de mais moderno, informação e inteligência nós temos no Brasil."

Fonte: Portal Planalto