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Governo retomará construção de duas mil obras inacabadas do PAC

Infraestrutura

Prioridade será concluir empreendimentos com custo estimado em até R$ 10 milhões, o que representa um montante de aproximadamente R$ 2 bilhões de saldo a executar
por Portal Planalto publicado: 26/07/2016 17h19 última modificação: 26/07/2016 17h19

Por determinação do presidente em exercício, Michel Temer, ministros do núcleo de infraestrutura do governo apresentaram nesta terça-feira (26) uma lista com cerca de duas mil obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que, por falta de repasses de verbas públicas, tiveram sua construção interrompida ou abandonada por completo, o que levou a demissões na construção civil e à desaceleração do crescimento econômico do País.

A ideia é que, com a retomada desses projetos, a população residente nos municípios com obras paralisadas possa efetivamente ter acesso aos benefícios desses empreendimentos.

Em entrevista ao Portal Planalto, o secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Moreira Franco, ressaltou que a conclusão destes projetos também faz parte da reorganização do governo.

“A reorganização do governo passa não só pela necessidade de ter o equilíbrio fiscal, mas também passa pela necessidade de se ter a responsabilidade na utilização do recurso público na conclusão das iniciativas tomadas”, declarou.

O governo centrará esforços, inicialmente, em retomar as obras cujo valor para conclusão não ultrapasse R$ 10 milhões, o que representa um montante de aproximadamente R$ 2 bilhões de saldo a executar. Serão contemplados projetos de infraestrutura em áreas como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, eletricidade, urbanização e mobilidade, dentre outros.

Durante a apresentação do projeto à imprensa, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, disse que, em cerca de 20 dias, será apresentada uma proposta de priorização das obras nos diferentes setores de infraestrutura da carteira do PAC.

“Faremos [essa escolha] juntamente com cada ministério para definir quais são as obras prioritárias para que, nos próximos anos, o governo faça um esforço concentrado garantindo recursos para essas obras prioritárias”, disse o ministro.