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Blairo Maggi: “agronegócio é a saída mais rápida para retomar crescimento”

Incentivo às exportações

Em estudo pela equipe econômica, o Programa Acesso a Mercados (PAM-Agro) pretende aumentar de 7% para 10% a participação do Brasil no mercado internacional em cinco anos
por Portal Planalto publicado: 22/07/2016 15h51 última modificação: 22/07/2016 15h51

Com o objetivo de incrementar a participação do agronegócio brasileiro no mercado global, o governo federal está preparando um programa que prevê ações para promover o setor no exterior e atrair investidores. Ainda na fase piloto, o Programa Acesso a Mercados (PAM-Agro) é uma das ações do Ministério da Agricultura que visa aumentar de 7% para 10% a participação do Brasil no mercado internacional nos próximos cinco anos.

Um dos idealizadores da iniciativa, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse ao Portal Planalto esperar que o programa ajude o País a atrair investimentos estrangeiros que contribuam para a retomada do crescimento econômico ainda este ano. 

“A indústria é importante para o Brasil, mas [o caminho] para nós sairmos da crise com mais rapidez é pela agricultura, pela pecuária, por aquilo que nós podemos duplicar e triplicar em um espaço de tempo muito pequeno”, reforçou Bairo Maggi.

O ministro apresentou o pacote esta semana ao presidente em exercício, Michel Temer, que, segundo Maggi, manifestou satisfação com a medida e reafirmou que pretende intensificar viagens internacionais para abertura de novos mercados para o agronegócio brasileiro.

“A presença do presidente, determinado a ampliar esses mercados, visitando os países e pedindo apoio dos seus presidentes correspondentes para fazer isso, vai ajudar muito a agricultura e a pecuária brasileira. Então, a presença do presidente Temer nessas discussões é muito importante em cada viagem que ele fará ao exterior”, declarou.

O PAM-Agro também foi discutido em um encontro no Ministério da Agricultura com representantes do setor produtivo, como a Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (Citrus-Br), a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) e o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil. As entidades convidadas representam 40% de todas as exportações do País.

Participam da montagem do programa, além do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério das Relações Exteriores e a Câmara de Comércio Exterior (Camex) – que, no governo Temer, passou a ser ligada diretamente à Presidência da República.