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Alunos do ensino médio terão acesso a bolsas de idiomas

EDUCAÇÃO

Remodelado, programa Ciência sem Fronteiras deverá privilegiar jovens de baixa renda matriculados em escolas públicas, diz o ministro da Educação, Mendonça Filho
por publicado: 26/07/2016 18h28 última modificação: 26/07/2016 18h32

O governo federal estuda ampliar as modalidades de bolsas concedidas pelo programa Ciência sem Fronteiras, que atualmente focam apenas na graduação e na pós graduação.

A ideia é que também alunos do ensino médio possam ter acesso a cursos de idiomas, em aulas no País ou no exterior. A afirmação é do ministro da Educação, Mendonça Filho, que nesta terça-feira (26), concedeu entrevista ao Portal Planalto, após reunião com o presidente em exercício, Michel Temer.

A reformulação do programa, disse Mendonça Filho, redefine também os critérios de utilização. Não mais serão ofertadas bolsas para a graduação. Os alunos que já estão cursando disciplinas dessas modalidades terão seus contratos honrados até a formação.

O ministro disse que espera lançar essa modalidade do programa ainda no segundo semestre deste ano. Ele mencionou, ainda, que, neste primeiro momento, serão atendidos pela nova bolsa apenas jovens de baixa renda matriculados em escolas públicas.

“O presidente Temer nos autorizou a remodelar o programa [Ciência Sem Fronteiras] enfatizando, evidentemente, a preservação de pós-graduação e, mais do que isso, enfatizar também o acesso de alunos carentes da rede pública do ensino médio a estudo de línguas, que é o preparatório inicial para que eles possam ter, inclusive, uma carreira acadêmica promissora”, afirmou Mendonça.

A remodelação do programa mantém o eixo de incentivo à pós-graduação em instituições no exterior, nas modalidades de doutorado e pós-doutorado. Dentro do limite financeiro disponível, a oferta de bolsas poderá até ser ampliada.

Fonte: Portal Planalto