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Reunião com empresários

Brasil precisa ser encarado de forma objetiva, diz ministro da Indústria

publicado: 08/06/2016 15h12, última modificação: 26/02/2018 12h28
Para Marcos Pereira, medidas relacionadas a quatro áreas estão sendo debatidas pela equipe, afirmou o ministro: desburocratização, redução de custos, produtividade e investimentos
Presidente Michel Temer, ministros Eliseu Padilha e Marcos Pereira, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, durante Encontro com Líderes Empresariais.jpg

Presidente Michel Temer, ministros Eliseu Padilha e Marcos Pereira, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, durante Encontro com Líderes Empresariais

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, acredita que, mesmo diante dos poucos dias do novo governo, já é possível perceber a retomada da confiança e da esperança na economia do País. Em discurso durante encontro com mais de 200 líderes empresariais, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (8), ele garantiu que o pragmatismo e a objetividade da iniciativa privada já estão sendo implantados na pasta.

Medidas relacionadas a quatro áreas estão sendo debatidas pela equipe, afirmou o ministro: desburocratização, redução de custos, produtividade e investimentos. “Com menos burocracia e custos mais baixos, é possível produzir muito mais e melhor”, afirmou.

Pereira ressaltou a importância da boa vontade política para a superação rápida da crise econômica, como por meio da discussão de instruções normativas, portarias e normas relacionadas ao trabalho. Segundo ele, já foi acertado com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, um grupo de trabalho com esse objetivo.

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“Não estamos falando em perdas de direitos básicos para trabalhadores, mas ajustes infralegais”, emendou o ministro, mencionando que tais ajustes darão fôlego à atividade empresarial brasileira de forma célere e gerariam mais empregos. Ele adiantou também que iria solicitar uma audiência com a presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques, para discutir o crédito destinado à exportação.

Para o ministro, a crise política já está sendo separada da crise econômica. Prova disso é a votação, no Congresso Nacional, de medidas cruciais para o fim da turbulência na economia brasileira, como a aprovação da revisão da meta fiscal, que prevê aumento no déficit.

Fonte: Blog do Planalto