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Discurso do Presidente da República, Michel Temer, durante cerimônia de Anúncio de Medidas para o Fortalecimento da Odontologia no SUS

por Edilamar Severino Maciel publicado 20/07/2017 11h59, última modificação 25/07/2017 17h14

Palácio do Planalto, 20 de julho de 2017

 

Quero cumprimentar o Eliseu Padilha, da Casa Civil,

o Ricardo Barros, da Saúde,

o Juliano do Vale, presidente do Conselho Federal de Odontologia, por quem tomo a liberdade de cumprimentar os integrantes do Conselho Federal e os representantes dos Conselhos Regionais de Odontologia aqui presentes.

Quero cumprimentar, também, todos os profissionais da saúde, cumprimentar a todos, e dizer que esta é a segunda cerimônia, a outra foi na semana passada, Ricardo, com boas notícias para a área da saúde de que, na verdade, portanto, participo em apenas uma semana. Portanto, minhas primeiras palavras são de reconhecimento ao ministro Ricardo Barros por seu empenho, por suas realizações. Às vezes, o Ricardo é interessante, ele primeiro economizou. Uma das solenidades que fizemos foi exatamente tirar os excessos, que você tirou da saúde. E em face dessa economia, vocês sabem que sempre o governo passa, tem algumas dificuldades orçamentárias. Mas o Ricardo teve essa capacidade extraordinária de bom gestor, portanto, economizou fantasticamente esta economia. Ele converteu na possibilidade da solenidade da semana passada e na solenidade hoje. Vejam que são milhões de reais, não são poucos valores. E sobre não serem poucos valores, ainda percebi, pela disposição feita, que também está desburocratizando. Até aí fora o atendimento, do pagamento, tudo isso está sendo desburocratizado, tanto na cerimônia anterior como nesta cerimônia.

E eu verifico que são valores expressivos e fruto desta gestão muito eficiente que o Ricardo está fazendo na Saúde.

Então, se hoje nós podemos revalorizar a odontologia no SUS, é porque trabalhamos muito, e trabalhamos, aqui cumprimento mais uma vez os agentes da saúde, aqueles que trabalham no Ministério da Saúde, o método e disciplina. O trabalho que se iniciou lá atrás, quando começamos a pôr ordem na casa para vencer uma gravíssima recessão econômica. E aqui, viu, Ricardo e todos do Ministério da saúde, esta é mais uma prova que o Brasil não parou. Interessante, de vez em quando, as pessoas dizem: "ah, o Brasil parou etc., não vai fazer nada".

É interessante, nós nunca fizemos tanta coisa como nesses últimos 40, 50 dias. É impressionante como tudo, tanto no plano legislativo, como no plano administrativo. No plano legislativo, para os senhores terem ideia, com o apoio do Congresso Nacional, nós tivemos aprovação de inúmeras medidas. Para ter ideia, mais de 7, 8, 10 medidas provisórias, que estavam lá paralisadas, foram aprovadas, e fizemos também algo que se anseia mais de 25 anos, que é a modernização da legislação trabalhista, que vai combater o emprego no País.

E mesmo na área da saúde. Uma cerimônia na semana passada, entregando milhares de veículos, verbas para custeio. Agora, na área da odontologia, a revelar que o Ricardo e a equipe do Ministério da Saúde cuida do corpo inteiro. Quer dizer, cuida do corpo e da saúde bucal. Que faz parte, naturalmente, da estrutura corporal.

Então, é interessante, eu quero registrar isso tudo com muita ênfase, para que nós não sejamos os arautos dos catastrofismos. O contrário, que nós tenhamos aquilo que é muito comum entre os brasileiros, que é um otimismo extraordinário e a certeza de que o Brasil vai continuar. O Brasil é a oitava economia do mundo. Nós estamos trabalhando para que esta posição não só permaneça, como possa até melhorar este otimismo que eu quero transmitir aos senhores e às senhoras. E um otimismo que vem ancorado no trabalho dos nossos ministros, na equipe econômica que nós montamos, na área política que nós montamos, na área administrativa, como os senhores estão vendo aqui no caso da saúde, nós montamos e que está fazendo, volto a dizer, um trabalho extraordinário.

Portanto, desde o primeiro dia, nós temos promovido exatamente eficiência no governo. Demos também transparência à situação das contas públicas. E estamos tratando com seriedade o dinheiro do pagador de impostos. Vocês sabem que nós, logo no início do governo, nós estabelecemos o chamado teto dos gastos públicos. E até naquela ocasião foi chamada de “PEC da Morte”, proposta de emenda Constitucional da morte, porque vão destruir a saúde no Brasil. E os senhores vejam o que nós estamos fazendo com a saúde. Nós estamos ampliando permanentemente as verbas orçamentárias da saúde, da educação, sem embargo das dificuldades, saúde e educação são áreas prioritárias do nosso governo que nós sempre prestigiamos, como fazemos no dia de hoje.

Portanto, estamos encontrando, na verdade, a maneira mais eficaz de executar o orçamento público que, convenhamos, aprovado pelo Congresso Nacional, também tem colaborado muitíssimo para que o governo vá adiante.

Portanto, foi graças, meus amigos e minhas amigas, a essa gestão eficiente que nós estamos podendo fazer esses anúncios. Eu vou pedir ao Ricardo que depois me arrume uma pastilha. Nós temos falado tanto em solenidades, tantos dos feitos administrativos, que a garganta acaba falhando.

Mas eu quero muitíssimo agradecer, mais uma vez à equipe da saúde, àqueles senhores presidentes de Federações, Confederações, que estiveram aqui na semana passada, que hoje aqui se encontram, e dizer aos odontólogos, àqueles que se dedicam a essa atividade, que o Brasil muito deve aos senhores e às senhoras. Seja por força do trabalho oficial por meio do SUS ou seja pelo trabalho privado, pelo trabalho particular. Hoje na verdade, mais do que nos tempos que eu era garoto, a odontologia tem um papel de relevo muito maior e de mais crescente no nosso panorama. Não só normativo, mas no panorama administrativo.

Isso se deve muito à equipe da saúde, comandada pelo Ricardo Barros, a quem, concluindo minhas palavras, eu peço aplausos frenéticos.

 

   Muito obrigado.

 

Ouça a íntegra (06min55s) do discurso do Presidente.

 

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