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Entrevista exclusiva concedida pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, à Rádio Grande Rio de Pernambuco - Palácio da Alvorada - Brasília/DF

por Portal Planalto publicado 21/08/2015 20h09, última modificação 21/08/2015 20h09

Palácio da Alvorada, 21 de agosto de 2015

 

 

Jornalista: Já estamos, portanto, em conexão com Brasília. A presidenta já está nos ouvindo lá, direto de Brasília, de onde ela embarca, já, já, aqui para a nossa região. Eu, Néia Gonçalves, aqui, através da Rádio Grande Rio FM, rádios afiliadas do sistema Grande Rio de Comunicação. A partir de agora, em linha direta com Brasília, para falar com a excelentíssima senhora presidente da República, Dilma Rousseff, que inaugura hoje, portanto, a primeira etapa, a estação de bombeamento do Eixo Norte da transposição do Rio São Francisco. A visita, aí, muito aguardada e com expectativa pela população aqui do nosso Sertão. Presidenta Dilma Rousseff, a quem a gente já cumprimenta, deseja as boas-vindas. Daqui ela fala para todo o Sertão de Pernambuco através das afiliadas do sistema Grande Rio de Comunicação. Sertão do Araripe, Sertão do São Francisco com exclusividade nesse momento, acompanhando também a essa entrevista.

 

Jornalista: Presidenta, bom dia, seja bem-vinda. A senhora chegando daqui a pouco a Cabrobó para a entrega da primeira etapa, aí, de uma obra que ainda recebe críticas, presidente, aqui na nossa região pela situação degradante do nosso Rio São Francisco. O outro ponto é a situação das famílias que vivem próximas ao canal e que hoje dependem do carro-pipa. A partir do próximo mês pode faltar água para o abastecimento dos perímetros irrigados aqui do Vale do São Francisco. A contrapartida do seu governo não é suficiente para a construção dos flutuantes anunciada em junho. Qual é a garantia, presidente, para resolver paralelamente a situação de quem espera água da transposição e de quem está passando sede por uma crise hídrica aqui na nossa região. Muito bom dia, seja bem-vinda.

 

Presidenta: Muito bom dia, Néia Gonçalves. É um prazer falar com você e queria cumprimentar a todos os ouvintes de Petrolina e Cabrobó, e cumprimentar a Rádio Grande Rio FM 100.7. Sabe, Néia, a primeira coisa que eu queria te dizer é o seguinte: nós vamos continuar com os carros-pipa enquanto não passar essa crise de água no Brasil inteiro. É uma seca que afeta o Nordeste e, surpreendentemente, também afeta o Sudeste. Nós temos 1.873 carros-pipa em Pernambuco, atuando em Pernambuco sistematicamente. Agora, qual é a boa noticia? A boa noticia é que nós estamos concluindo todos os 477 km da Integração do São Francisco até dezembro do ano que vem. E essa é a maior obra de segurança hídrica do Brasil. O São Francisco está sofrendo muito com essa seca. E isso é uma constatação, a gente olha e fica impressionada. Eu estive aí na semana passada e eu mesma vi como o rio está baixo. Nós temos a esperança, porque nós não controlamos o padrão de chuvas do Brasil, então temos de conviver com ele. É por isso que nós construímos a interligação do São Francisco. A gente vai usar muito pouca água do São Francisco e vai permitir que, por exemplo, aí em Petrolina e Juazeiro, que têm esses projetos fantásticos de irrigação, eles tenham viabilidade. Com isso que nós vamos inaugurar, nós começamos a dar viabilidade… porque nós vamos inaugurar o quê? Uma estação de bombeamento de 30 metros de altura. Essa estação de bombeamento vai pegar água embaixo, do São Francisco, bombear usando energia elétrica e levar ela para cima e a partir daí nós temos um canal já pronto de 45 a 46 quilômetros. Esse canal, do Eixo Norte, esse canal, ele vai permitir armazenar água nos canais e nos reservatórios que vão ficando prontos, como é o caso do reservatório de Tucutú e do reservatório de Terra Nova. Armazenar água garante que nos momentos em que houver seca, nós possamos fornecer água para a população, tanto para acabar com a sede da população quanto para também dar água para os animais e para as plantações. Eu vou entregar para a população nordestina esta obra até dezembro de 2016. Agora, além disso, as obras no perímetro de irrigação do Pontal também estão em curso. Porque as obras do perímetro do Pontal, elas são muito importantes, porque é agricultura desenvolvida no sequeiro que vai beneficiar bastante... um número significativo de produtores rurais. Agora, ela já beneficia 139. Outra obra importante é a Adutora do Agreste, que ela está em obras aí em Pernambuco. Outra importante é a Adutora do Pajeú. A primeira etapa dela está pronta. Outra obra importante é a Adutora do Oeste, que também nós já entregamos.

Então, Néia, nós estamos fazendo um esforço imenso para garantir que tenha água, e água com segurança em Pernambuco, no Nordeste. E essa água com segurança é a água que não vai precisar dos carros-pipa. É isso que nós queremos: é libertar a população dos carros-pipa. Mas enquanto você não tem ainda todas as obras concluídas, nós temos ainda de depender um tempo dos carros-pipa. E é por isso que nós colocamos aí, só aí em Pernambuco, 1.873 km, é óbvio… aliás, carros-pipa. Desculpa, eu falei quilômetros mas é carros-pipa. É óbvio, Néia, que as obras lhe sejam críticas. A pior critica que esse projeto de Integração do São Francisco recebeu é que ele não existia. E isso, hoje nós vemos que não é verdade. Não é algo simples construir uma estação de bombeamento que tem 30 metros de altura, porque ela eleva a água. Ela tira a água de um ponto e eleva e coloca em outro. Para quê? Para garantir que depois a água, em um outro processo, vai chegar em várias regiões de Pernambuco e de quase todos os estados do Nordeste que serão beneficiados pelo São Francisco.

 

Jornalista: Presidenta, só concluindo essa pergunta. A gente sabe da importância, aí, da obra da transposição, mas é uma questão que está afetando aqui o Vale do São Francisco. O ministro da Integração, Gilberto Occhi, esteve aqui em Petrolina no dia 26 de junho anunciando a liberação de [R$] 34 milhões para executar ações do abastecimento de água em oito perímetros irrigados aqui do Vale, inclusive para a compra urgente de flutuantes. O repasse, no entanto, não é suficiente. O nível da barragem de Sobradinho, como a senhora já deve ter visto, aí, na ultima visita, está com 9%, aí, da sua capacidade. E a partir do próximo mês pode faltar água para o abastecimento dos perímetros irrigados aqui de Petrolina. O que é que o governo pode fazer para aumentar ou assumir de fato essa obra na sua totalidade, que seria, aí, em torno de [R$] 40 milhões para a construção desses flutuantes.

 

Presidenta: Olha, Néia, veja bem, Néia: nós gostaríamos muito que chovesse, agora nós vamos estar limitados a essa condição que todos nós conhecemos, que é a inexistência de chuvas neste local. A Sobradinho, por exemplo, é uma grande preocupação do governo federal. Nós não temos como resolver de forma estrutural o problema da água aí. Enquanto não chover, nós vamos ter este problema de abastecimento. O ministro esteve aí e mostrou a maior disposição no sentido de ajudar. Nós vamos olhar cada uma das iniciativas para tornar mais fácil, mais tranquilo e que a população possa suportar melhor esse período, que nós vamos estar juntos, vamos estar sempre de prontidão para ajudar no que for possível. Cada órgão da União, o estado e os municípios vão ter que fazer sua parte. Eu te asseguro que a União fará a parte dela.

 

Jornalista: Ok, presidente, eu sei que o tempo está corrido, a senhora sai daí já, já, também aqui para o nosso Sertão, aguardada, aí, com muita expectativa essa sua visita. Mas me permita fazer só mais um questionamento em relação à Transnordestina, que caminha também a passos lentos aqui na nossa região. Desde que o escândalo do petrolão estourou, devido às investigações da Operação Lava Jato, o número de funcionários diminuiu, atrasando ainda mais a conclusão da obra que deveria ter sido concluída em 2010. O que pode ser feito para que as obras não atrasem mais? E qual seria a previsão também de conclusão dessa obra da Transnordestina?

 

Presidenta: Eu não sei qual é, Néia, a ligação que você está fazendo entre a Operação Lava Jato e a Transnordestina. Porque a Transnordestina, não sei se você sabe, é uma obra privada, é uma obra da Transnordestina Logística Sociedade Anônima. Ela é uma concessionária privada. Nós damos todo o suporte para essa concessionária privada fazer as obras, ou seja, fazemos os pagamentos, adiantamos recursos. E hoje essa concessionária privada está levando a obra, na nossa avaliação... Em algumas circunstâncias no passado não muito rapidamente. Mas agora ela está levando com bastante empenho. Nós temos já quase seis mil trabalhadores atuando nos dois diferentes trechos da obra: os quatro de Pernambuco e o outro trecho no Ceará. Nós temos em torno de um pouco mais de um terço e meio das obras da Transnordestina já sendo realizadas. São quatro trechos aí em Pernambuco: dois estão praticamente concluídos. Os outros dois, tem um que já está com as obras já ocorrendo, já estão com obras aceleradas, outro está com as obras iniciando. Já o trecho do Ceará, está um pouco mais atrasado.

Agora, nós temos tido todo o interesse em apoiar, dar todas as condições para que a Transnordestina Logística Sociedade Anônima, que é uma empresa privada, faça as obras. E nós compreendemos que é uma obra de uma magnitude muito grande. Então, ela enfrentou uma porção de desafios que explicam muitas vezes porque que é ela ficou mais lenta em alguns momentos. Por exemplo, questões ambientais. Outra questão muito difícil foram as desapropriações. Porque são várias pessoas que têm que ser indenizadas, o processo vai para a Justiça. Até que se conclua, atrasam as obras. Além disso houve alguns apontamentos de auditorias, que prontamente a concessionária privada resolveu. Então nós estamos trabalhando juntos ajudando a superar esses desafios, a superar os entraves para que a gente conclua essa ferrovia. Porque nós temos consciência da sua importância. Aliás, em uma outra ferrovia, que é a Norte-Sul, nós conseguimos concluí-la no prazo que tínhamos estipulado primeiro. Mas isso não é a regra, obras de engenharia do porte da Transnordestina, elas são de fato bastante complexas.

 

Jornalista: Verdade. Presidenta, só mais uma pergunta, a última eu prometo, em meio aos cortes, aí, no orçamento da educação e em meio também aos ajustes do governo federal, a redução do orçamento na educação chegou também a afetar algumas universidades federais, contemplados... a redução também de contemplados pelo Fies dificultou o ingresso de alunos de baixa renda nas faculdades particulares, as universidades federais estão em greve, a exemplo aqui, presidente, em Petrolina, da Universidade Federal do Vale do São Francisco que está aí cortando pesquisas, demitindo terceirizados, enfim. Qual é a contra partida do seu governo para enfrentar esses entraves e valorizar a educação aqui do nosso Sertão Pernambucano também.    

 

Presidenta: Néia, deixa eu te falar uma coisa, primeiro uma coisa: sabe quantos alunos novos o governo viabilizou no ano de 2015 nas universidades? Eu não estou falando dos que já estavam, estou falando de alunos novos. São 906 mil alunos. Portanto, Néia, eu não concordo que há uma crise nesta área, acho que nós temos uma expansão significativa. No Brasil não tinha um milhão de estudantes universitários entrando por ano em momento algum da nossa vida. Bom, no caso específico da Universidade Federal do Vale do São Francisco, que é uma iniciativa que eu tenho muito apreço, aliás, porque é da nossa responsabilidade, foi o nosso governo, meu e do presidente Lula, que vem viabilizando. Este ano, mesmo com os esforços que nós estamos fazendo para reequilibrar o orçamento do governo federal, os recursos de custeio para a Univasf chegam a R$ 31 milhões, e os investimentos, nós garantimos R$ 9,2 milhões. Eu entendo que os funcionários da Univasf queiram aumento salarial. Agora, entre querer aumento salarial e dizer que a Universidade está parada vai uma distância. O governo está negociando com os funcionários um aumento. Mas eu quero dizer e insistir, os recursos de custeio e de investimento são suficientes, sim, para garantir o funcionamento da Universidade no padrão adequado que nós sempre mantivemos e ainda tem um recurso especial para continuar expandindo o investimento. Não parar.

Nós temos um apreço pela Universidade Federal do São Francisco, por quê? Porque ela tem presença em três estados, ela é, a gente pode dizer, multicampus. Ela tem campus em Pernambuco, na Bahia e no Piauí. Ela faz parte do processo de interiorização de universidades que nós iniciamos no Brasil. As universidades eram todas concentradas, todas concentradas nos grandes centros. Nós iniciamos a interiorização por acreditar na importância da interiorização para formar as pessoas, para formar pessoas da comunidade que não teriam o encargo de sair da sua cidade, pagar moradia ou aluguel em outra, o que inviabilizava muita gente de estudar. Então, a Univasf é um ótimo exemplo do processo de interiorização da rede federal que leva a universidade perto daquele brasileiro, daquela brasileira que quer estudar.

Agora, eu queria chamar a atenção para uma excelente notícia que vem confirmar o que eu estou dizendo. A Univasf, ela foi selecionada para participar do programa de expansão do ensino médio que é uma das ações mais importantes do programa Mais Médicos. O programa Mais Médicos já colocou 63 milhões de pessoas tendo assistência básica, colocou essas pessoas próximas do seu posto de saúde, o médico atendendo. Muitos desses médicos vieram de fora do Brasil. Agora, o que nós queremos? Que os médicos brasileiros é que atendam essas pessoas. Utilizar médicos estrangeiros foi um processo de transição. Então, qual é a ideia? Criar universidades que, aliás, criar mais faculdades de Medicina nas universidades, interiorizando, levando para Petrolina e Cabrobó um centro de formação de médicos e permitindo que o médico seja formado aí. O médico formado aí tem grande chance de querer ficar aí e atender a população local.

Então, nós vamos - quando o processo estiver concluído - ter 120 vagas de Medicina na região para permitir que jovens possam estudar em um curso que é extremamente disputado, todo mundo sabe, talvez seja um dos cursos mais disputados.

Agora eu queria explicar uma coisa sobre o Fies. Qual é a história do Fies? Nós tivemos que fazer uma modificação no Fies. Por quê? Não é concebível que a gente financie um estudante que teve zero em português. Não é correto com o dinheiro público esse subsídio imenso para uma pessoa que não se esforçou e teve zero em português. Não é correto que a gente deixe para as escolas privadas o valor da prestação que o estudante tem que pagar na escola. Porque se nós fizermos isso, a escola vai cobrar hoje muito do governo federal, porque nós é que estamos pagando a primeira parte. Mas depois, quando o estudante tiver que retornar e pagar para nós, ele vai estar pagando uma mensalidade fora de proporção. Então, nós fizemos, sim, uma modificação, uma pequena reforma no Fies. Mas foi para assegurar que o dinheiro fosse bem gasto, que o dinheiro fosse para beneficiar todos aqueles que querem estudar em faculdades privadas e serem financiados. O Fies, ele impacta as universidades federais da mesma forma que a disponibilidade de cursos no setor privado impacta. Porque o aluno, primeiro, tenta ir para universidade.

Nós temos o Enem. O Enem seleciona no Brasil inteiro e vem selecionando cada vez mais. E vem aumentando o número de vagas. Então, eu acredito que aí em Pernambuco, como no resto do Brasil, vai ter muita gente beneficiada com esse quase um milhão de alunos que entrarão, terão acesso à universidade neste ano de 2015.

 

Jornalista: Ok, presidente. A gente quer agradecer imensamente a sua participação com exclusividade para as rádios do sistema Grande Rio de Comunicação. O Sertão Pernambucano acompanhando, aí, portanto, essa entrevista e, com certeza, a expectativa é grande também para sua chegada daqui a pouquinho a Cabrobó. Fique à vontade para suas considerações finais, senhora presidente.

 

Presidenta: Olha, Néia, eu estou muito contente de estar aí mais uma vez em Petrolina. Eu desço em Petrolina e vou para Cabrobó. Acredito que essa obra de interligação do São Francisco, ela vai mudar o Brasil nessa área do Semiárido. Porque nós estamos fazendo uma obra que, na verdade, ela vai garantir água para a população da região que tem, ao longo da historia brasileira, sofrido mais com o regime de chuvas, sofrido mais com a falta de água, sofrido mais porque, por exemplo, nos últimos quatro anos nós tivemos a maior seca que a gente pode registrar dos últimos 50 anos, em alguns lugares dos últimos 100 anos. Então eu fico muito feliz dessa obra, que é uma obra extremamente complexa, extremamente custosa. Tanto é assim que nunca foi feita até hoje, está sendo entregue, nós estamos começando essa entrega. E queremos que até o final do ano de 2016 a população aí da região usufrua da água e que quando houver seca, porque ela vai ocorrer. Quem falar que a seca não vai ocorrer, estará mentindo, ela vai ocorrer. A arte nossa é saber conviver com ela, conviver nas melhores condições.

Eu queria te destacar o seguinte: no passado, o que acontecia com a seca? As pessoas invadiam supermercados, invadiam armazéns, porque não tinham como sobreviver. Nesta última seca, quando nós tivemos bolsa... nós tivemos uma rede de proteção social, que fez com que as consequências da seca não ocorressem. Agora nós queremos é prevenir, nós queremos é que, mesmo quando tiver seca, a gente seja capaz de ter água. É isso que é o Projeto de Integração São Francisco, é conviver, quando houver seca tem água. E tornar esse Vale aí o que ele é. Me disseram, um empresário privado que eu encontrei semana passada, quando eu estava lá em Juazeiro lançando o Minha Casa, Minha Vida, as 1.400 moradias, ele disse assim para mim: “Presidenta, esse Vale é abençoado, ele é abençoado. Ele produz a melhor manga, ele produz a melhor uva, enfim, ele produz e é só uma questão de irrigação. Irrigou um pouquinho, ele devolve em dobro, em triplo”. Então, eu quero que o Vale devolva para nós em triplo. Aí a gente tem que ajudar ele, o Projeto de Integração do São Francisco ajuda o Vale.

Um abraço, viu, Néia.

 

Jornalista: Ok, senhora Presidente. Muito obrigada, um abraço. A gente agradece, aí, portanto a participação com exclusividade da presidente Dilma Rousseff falando aqui para as rádios afiliadas do sistema Grande Rio de Comunicação em Petrolina, Cabrobó, Santa Maria da Boa Vista, também em Ouricuri, através da Voluntários da Pátria. Vamos estar com a nossa equipe em Cabrobó acompanhando, portanto, a visita da presidente. Daqui a pouquinho, por volta das 11h30 ela deve chegar à cidade e todos os detalhes da cobertura completa no site da Grande Rio FM.

 

 Ouça a íntegra (24min30s) da entrevista concedida pela Presidenta Dilma Rousseff