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Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na cerimônia de lançamento do Programa de Fortalecimento da Rede de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama

por Portal do Planalto publicado 22/03/2011 17h59, última modificação 25/06/2014 08h53
O lançamento do Programa faz parte da Política Nacional de Atenção Oncológica que apresenta uma série de ações para o período 2011-2014, com investimentos previstos de aproximadamente R$ 4,5 bilhões

 

Manaus-AM, 22 de março de 2011

 

Vocês viram o Omar ficando vermelho? Pois ele ficou. Ele pensou que a Hebe não ia encarar, não é, Hebe? Você não conhece as mulheres deste país, Omar.

Bom, mas eu queria saudar o Omar Aziz, governador do estado do Amazonas,

Queria saudar a nossa querida Marcela Temer que comigo, aqui, representa o governo federal,

Os ministros... Eu vou começar pela Ana de Hollanda, viu Padilha? Ana de Hollanda, ministra da Cultura, nossa querida Ana; o ministro Padilha, que vocês viram como é que é competente.

Queria cumprimentar o senhor José Melo, vice-governador do Amazonas,

O deputado Ricardo Nicolau, presidente da Assembleia Legislativa, por intermédio de quem vou saudar todas as deputadas estaduais e deputados estaduais presentes,

O desembargador João Simões, presidente do Tribunal de Justiça,

O meu querido governador do Acre, Tião Viana,

Governador de Roraima, José de Anchieta Júnior,

Os senadores: ex-governador da Amazônia [do Amazonas], hoje senador da República, Eduardo Braga, com quem eu tive a honra de realizar vários empreendimentos aqui no estado e, dos que eu mais me orgulho é o Luz para Todos, que nós levamos luz elétrica aqui, no Amazonas; o João Pedro, meu querido companheiro. E eu vou deixar por último, e queria saudar a senadora, pelo Amazonas, Vanessa Grazziotin. O Amazonas, nesta eleição, elegeu uma senadora combativa que, eu tenho certeza, vai dar muito orgulho aos amazônidas, à Região Norte e às mulheres brasileiras.

Queria cumprimentar os deputados federais Carlos Souza, Francisco Praciano e a Rebecca Garcia.

Saudar o nosso prefeito que hoje nos recebe, como sempre, de forma fraterna, o Amazonino Mendes. Ao longo dos últimos anos e agora, também no meu governo, ao longo do governo do presidente Lula e agora no meu governo também, nós fizemos uma parceria com os municípios, com todos os municípios do Brasil.

E aí, eu queria saudar o presidente da Associação de Municípios do Amazonas [Associação Amazonense de Municípios], o Jair Souto. Por intermédio de quem, prefeito Jair, eu saúdo todos as prefeitas e prefeitos aqui presentes.

Quero dizer, que nós temos um país continental e sem os prefeitos, nós não conseguiremos levar os programas sociais que nós temos de levar até o nosso povo. Daí porque, sem a parceria dos prefeitos, nós não faríamos o Bolsa Família. Daí porque também, sem a parceria dos prefeitos, nós não vamos transformar a Saúde do nosso país, sem a parceria dos prefeitos e dos governadores, e, sobretudo, também sem a parceria da sociedade.

E ai, eu queria saudar a Oriona Maria Ohse do Grupo de Apoio às Mulheres Mastectomizadas da Amazônia. Ela representa aqui a sociedade civil que nós precisamos para melhorar a vida do nosso povo. Um país deste tamanho, com tantos desafios, mas também com tantas oportunidades e potencial, com tantas coisas já realizadas, sem que nós todos peguemos juntos, nós não resolvemos o que podemos resolver.

E, hoje, eu fico muito feliz de estar aqui com algumas mulheres que são exemplares. São artistas, desportistas, poetisas, agora, são pessoas que dão a sua contribuição. Eu vou começar pela Terezinha Guilhermina. A Terezinha me visitou, a Terezinha é uma vitoriosa. A Terezinha ganhou a medalha de ouro nas Paraolimpíadas. E eu queria agradecer à Terezinha porque ela é um exemplo de superação. A vitória da Terezinha é vitória de todos aqueles que são capazes de enfrentar seus desafios e com muito esforço, porque não é fácil vencê-los. E agradeço também à Terezinha o bichinho que ela me deu, o kiwi, que hoje meu neto fica abraçado com ele. A Terezinha deu para mim e eu dei para o neto. Você me desculpa, tá, Terezinha?

Bom, e queria cumprimentar a cada uma de vocês. Eu vou cumprimentar duas vezes, agora no início, e no fim, porque eu acho que é muito importante a presença de vocês.

Vou começar pela nossa querida Hebe Camargo. A Hebe é essa generosidade que nós todos aprendemos a conhecer e a admirar. Então, Hebe, muito obrigada por ter vindo.

Queria cumprimentar a Cássia Kiss, esta atriz com essa força. Esta mulher que mostrou... que mostra, sempre, no desempenho dos seus personagens, uma capacidade imensa de nos encantar.

Queria cumprimentar uma grande cantora, Daniela Mercury,

Queria cumprimentar a nossa poetisa Elisa Lucinda,

A Fafá de Belém. A Fafá de Belém, que representa tão bem a mulher do Norte do país,

A Hortência. A Hortência, grande jogadora de basquete,

A nossa querida Márcia Siqueira. Márcia, dá uma levantada aí!

A Maria Rita. A Maria Rita, por quem nós temos dupla admiração. Nós temos admiração por essa voz maravilhosa da Maria Rita, mas, também, pelo fato de ela sempre nos lembrar a minha geração, sempre lembrar da Elis Regina. Então, uma saudação para a Maria Rita.

A Maurren Maggi. Maurren, levanta aí, Maurren! A nossa homenagem!

A Tânia Alves. Tânia!

E, por fim, eu quero também dirigir uma homenagem à Zezé Mota. A Zezé Mota, que representa a força da mulher negra neste país.

Queria cumprimentar a cada um dos jornalistas e das jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

E, sobretudo, começar cumprimentando as mulheres da Amazônia, as mulheres de Manaus, as mulheres dos estados do Norte do nosso país.

E quero dizer para vocês, primeiro, que eu me sinto uma de vocês, porque, no dia 19 de dezembro de 2006, eu recebi lá na Assembleia Legislativa, o título de cidadã amazonense. Daí porque eu sou amazônida também, e isso muito me orgulha, e me fez compartilhar a benção que é pertencer a isso, que eu acho que foi a Daniela que falou, que é o útero do Brasil. E eu vou te dizer viu, Daniela, é do Brasil e do mundo. Mas é, sobretudo, um dos mais valiosos patrimônios do nosso país. Eu acredito que aqui, na região Norte, está o que é a possibilidade de a gente construir um país do futuro. Um país que respeite o meio ambiente, que assegure a integridade da nossa floresta, que assegure a nossa biodiversidade e, ao mesmo tempo, seja um país que saiba que aqui vivem 20 milhões de brasileiros e que esses brasileiros tem o mesmo direito de todos os brasileiros, de uma vida melhor.

Por isso, é com especial alegria que eu venho pela primeira vez aqui no Amazonas, essa porta de entrada para a região Norte. Mas eu queria enfatizar aqui no Amazonas porque aqui eu recebi, proporcionalmente, a maior votação da minha campanha para Presidente. O carinho, a confiança e a esperança porque o voto em mim teve também muito de esperança. E a esperança, que vocês depositaram nessa votação tão expressiva que eu recebi aqui, vocês podem ter certeza: eu vou devolver em muito trabalho, eu vou devolver em muito carinho e em uma atenção toda especial para esta região do país e para este estado da Federação.

Eu vim aqui lançar um programa que para mim é muito importante. E é importante, e nós iniciamos com ele, porque eu acredito que cada um de nós na vida quer fazer a diferença. A gente quer fazer a diferença para a família da gente, a gente quer fazer a diferença para os amigos, para o meio em que a gente está. Eu tenho um dever, eu tenho de honrar as mulheres. Eu tenho de honrar as mulheres porque eu sou a primeira mulher eleita presidente da República.

Eu fui eleita com os votos dos homens e das mulheres. E eu vou honrar cada voto dos homens e das mulheres. Mas eu tenho de reconhecer uma coisa: eu fui a primeira mulher eleita Presidenta no Brasil. E isso é uma coisa muito importante para cada uma das meninas, porque eu sempre digo, me perguntavam: “O que você vai ser quando crescer?” – aliás, quando eu era pequena. “O que você vai ser quando crescer?” E eu dizia: “Bailarina”. Depois eu quis ser do Corpo de Bombeiros. Mas eu nunca pensei em falar: “Eu quero ser presidenta”.

O que a minha eleição representa é o fato concreto de que as meninas, daqui para frente, podem querer ser presidentas da República. E isso é algo simbólico, mas representa um avanço na questão de uma sociedade ser não discriminatória. Não discriminar a mulher é um avanço democrático, de valor, é um avanço ético para o nosso país, é um avanço moral.

Nós sabemos que uma campanha de saúde que trata da questão da mulher e da criança enfrenta as questões mais importantes da saúde do nosso país, porque a criança, meninos e meninas, são o nosso futuro, eles são portadores do futuro. Então, dar atendimento à gestante e à criança é algo fundamental.

Por isso que eu, nos próximos dias, quero anunciar aqui para vocês, vou lançar um programa especial na área de saúde, que se chama Rede Cegonha, que é um Programa de tratamento da maternidade dar condições para as mulheres terem filhos de forma humana, com atendimento e proteção, e dar atendimento às crianças, garantir pré-natal e, depois, garantir o atendimento neonatal, para evitar a mortalidade infantil precoce.

Mas, aqui, hoje, eu vim foi por um Programa específico para a saúde da mulher. O Omar me disse: “E a saúde do homem?” E eu respondi para ele: “Não, nós vamos lançar um Programa de próstata”, programa muito importante, até porque vocês também têm riscos sérios de saúde. E nós já aprendemos a fazer mamografia, a fazer exame no colo do útero, e vocês vão ter de aprender a fazer exame de prevenção de próstata. Acredito que isso seja muito importante para os meninos, jovens, e principalmente para os senhores que são o grupo de risco.

Mas eu queria aqui, hoje, falar deste programa de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo de Útero e do Câncer de Mama. Eu vim lançar, aqui no Amazonas, primeiro, porque o Brasil não está lá em Brasília, o Brasil está em cada um dos 27 estados. Aqui no Norte, nós temos uma grande incidência de câncer de colo de útero. Tem também números expressivos nos estados do Sudeste, do Sul, mas aqui os números são mais significativos pela proporção que eles assumem e pela incidência de mortes por câncer de colo de útero.

Então, é o reconhecimento, primeiro, de que o Brasil é os seus 27 estados, e a minha atenção com o Amazonas. Segundo, porque, daqui para frente, eu tentarei fazer o maior número de lançamentos nos diferentes estados da Federação, e começo com o Amazonas, começo com o Amazonas, já mostrando essa necessidade de a gente sair de Brasília e vir aos diferentes estados. Eu considero que este programa de diagnóstico, prevenção e tratamento do câncer de colo de útero, ele é essencial para que a gente tenha e cumpra os objetivos a que nós nos propusemos na Política Nacional de Atenção ao Câncer, eles chamam de Oncológica. Eu prefiro chamar de atenção e de combate ao câncer. Para cumprir esse dever, nós vamos instalar serviços especializados tanto na área da prevenção e na área do diagnóstico precoce, mas também do tratamento. Eu acredito que é muito importante que a gente dê conta de um tratamento para as pessoas que sofrem diagnóstico de câncer. Muito aqui se falou da prevenção. Eu sou uma beneficiária da prevenção. Eu tive um câncer, meu câncer foi detectado e, por ele ser detectado no princípio, eu tive um processo de cura. Eu quero que todas as mulheres no Brasil tenham acesso às mesmas coisas que eu tive. E quero garantir a essas mulheres, primeiro: o câncer não é aquele horror do passado, ele é curável. Ele é curável se a gente detecta ele e previne. Previne e o detecta, quando ele está no início. Quanto mais no início, mais curável ele é. Segundo: eu quero garantir uma cobertura para as mulheres de 100%, para elas saberem se têm ou se não têm câncer de colo de útero, para que elas possam ter uma perspectiva de cura cada vez maior e para evitar que mulheres morram na quantidade que nós sabemos que morrem todos os dias no Brasil.

Quero também reconhecer aqui que nós temos um Sistema Único de Saúde que é muito importante, porque ele tem uma concepção muito boa. Ele garante o atendimento universal para todo mundo. Mas assim como no caso do câncer de mama, em que nós vamos ter de fiscalizar o que acontece com os 4 mil mamógrafos que tem no Brasil, sendo que mais ou menos 2 mil são da rede pública, nós temos de entender porque esses mamógrafos não estão dando conta do serviço. Primeiro, porque eles podem estar concentrados – tem mais mamógrafos em uma região do que em outra. Aqui, por exemplo, no Amazonas, pode ser esse o caso. Segundo, porque eles podem estar quebrados. Terceiro, porque eles estão subutilizados. Então, no caso do câncer de mama, nós sabemos que o mamógrafo é um mecanismo fundamental de diagnosticar se a mulher tem ou não câncer de mama.

Fazer o Centro de Referência também é muito importante. Agora, nós sabemos que o sistema tem falhas. Se alguém do governo chegar para vocês e falar: “Olha, o sistema é perfeito”, não acredite nele, porque o sistema não é. O sistema tem falhas e é minha função, dos meus ministros, detectar as falhas e estar atento para elas, é nossa responsabilidade.

Para a gente cumprir a nossa responsabilidade eu quero a parceria com o governo dos estados e dos municípios. Mas, sem dúvida nenhuma, o governo federal vai julgar o peso que ele tem – porque o governo federal tem peso – na fiscalização, no olho, na avaliação da situação de cada um desses equipamentos.

Nós, também, vamos levantar e ter o horizonte, para dar cobertura a 100% da população brasileira que precisa, para câncer de colo de útero e de mama o recurso é tanto, as nossas capacidades de execução são tais. E nós iremos, a partir de maio, definir em que prazo que nós vamos cumprir esse Programa, como nós vamos cumprir esse Programa e sinalizar para a população como é que vai ser feito. Por quê? Porque nós precisamos dos olhos de vocês, da avaliação de vocês para saber, em última instância, se, de fato, o serviço que nós estamos ofertando é de qualidade mesmo. Podemos monitorar, mas a gente só vai saber se a nossa população for capaz de nos dizer se o serviço é bom ou não. Daí por que o Ministério da Saúde vai ter, em cada estado da Federação, um centro de avaliação da qualidade desses serviços e de consulta à população.

Eu quero dizer para vocês que o meu empenho em garantir a qualidade da saúde no Brasil, ele é total. Não diz respeito, pura e simplesmente, a algumas iniciativas, mas diz respeito a uma tentativa de colocar a saúde no seu eixo, a saúde no seu trilho e, sobretudo, consolidar o Sistema Único de Saúde que tem que ser universal, de qualidade e humanizado.

A nossa expectativa é assegurar que milhões de brasileiras, no caso do Programa de hoje, tenham acesso a um papanicolau de qualidade, a uma mamografia de qualidade, e eu quero dizer, se necessário, se tudo que nós fizermos nós não conseguirmos prevenir, que tenha acesso à radioterapia de qualidade e à quimioterapia de qualidade. Fazer quimioterapia já é uma imensa dificuldade – eu sei porque que eu fiz. Então, a minha preocupação em garantir a interiorização desses serviços é para assegurar que as pessoas possam, de fato, ter um tratamento mais perto possível da sua casa. Nós não somos um país que tenha condições de colocar uma unidade de quimioterapia e de radioterapia em cada município. Nós não somos, mas nós somos um país que pode ter centros interiorizados em que se atenda a população com radio [terapia] e quimio [terapia], e, além de tudo, possa levar essas pessoas para fazerem esse tratamento de forma adequada. Para isso, eu vou repetir: eu conto com o apoio dos prefeitos e dos governadores aqui presentes. Sem eles nós não fazemos, sem eles nós não respeitamos uma coisa que é fundamental, que é o fato deste país ser um país federativo, que tem União, estados e municípios.

Mas eu queria encerrar dizendo uma coisa para vocês... aliás, dizendo duas coisas. Primeira coisa que eu queira dizer: nós, nos últimos oito anos, tiramos milhares de pessoas da pobreza, tiramos milhares e milhões, para bem dizer, nós chegamos a tirar em torno, até 2009, em torno de 28 milhões de pessoas da pobreza extrema e elevamos à classe média 36 milhões até o final... já metade de 2010 isso. Nós vamos continuar nesse esforço que foi inaugurado pelo presidente Lula, mas a gente sabe que a qualidade do serviço público que nós oferecermos à população que mais precisa é um elemento essencial para que a gente, de fato, tire milhões de brasileiros da pobreza, junto com a educação de qualidade, a educação profissional, que outro programa que nós estamos finalizando são elementos que melhoram a vida das pessoas. A Hebe disse o seguinte: “A gente quando tem saúde, a gente tem perspectiva na vida.” A gente tem aquela coisa que é a mais importante, a gente tem a força de viver.

E como uma questão fundamental da vida é que nós fizemos o programa a que o Padilha se referiu. Por que nós fizemos a gratuidade do tratamento para diabetes e hipertensão? Porque as pessoas não podem ter saúde em função da renda só que recebem. Elas têm de ter saúde em função do fato que são cidadãs. Daí, a responsabilidade do governo em dar saúde para as pessoas. A frase que nós usamos que é “saúde não tem preço”, ela faz parte dessa concepção de que um dos mecanismos de erradicação da pobreza é garantir que a hipertensão e a diabetes, que nós sabemos que são controláveis quando as pessoas têm acesso ao remédio adequado, seja um direito de todos. Daí, porque nós colocamos esses remédios nas prateleiras das farmácias conveniadas no programa Aqui Tem Farmácia Popular.

E eu quero dizer para vocês que o compromisso do meu governo é: país sem pobreza, é país rico. Este país não pode ter medida a sua riqueza pelo crescimento do PIB. O crescimento do PIB é fundamental porque ele garante emprego, mas ele tem de ser medido pela qualidade do serviço público, da renda, do rendimento, do trabalho, da educação e da segurança que nós fornecemos. Por isso, eu encerro dizendo: país rico, é país sem pobreza.

Muito obrigada!

Ah, eu queria saudar aqui as nossas convidadas, e aí, eu queria pedir para vocês uma salva de palmas para elas porque elas estão aqui engajadas nesse Programa com todo o seu empenho.

Obrigada a cada um de vocês e saibam que o meu coração sempre vai estar, um pedaço dele, não pode estar todo porque eu sou Presidente de todos os brasileiros, aqui no Amazonas.

 

Ouça a íntegra do discurso (31min10s) da Presidenta Dilma.