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Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante o evento Dialoga Piauí - Teresina/PI

por Portal Planalto publicado 11/09/2015 20h49, última modificação 11/09/2015 20h49

Teresina-PI, 11 de setembro de 2015

 

 

Obrigada, muito obrigada. Obrigada.

Eu queria começar dando boa tarde ao Piauí. Começar esse Dialoga Brasil, que é o Dialoga Piauí, dizendo para vocês que eu estou muito feliz de estar aqui, hoje,  com vocês. Cumprimento, aqui, a cada um e a cada uma que estão nos dando essa honra de estar junto conosco para esse diálogo.

Quero também saudar o nosso querido Wellington, que eu chamo carinhosamente de “índio”. E o chamo como uma homenagem, uma grande homenagem. Wellington Dias é, de fato, um governador que tem uma força pessoal muito grande, uma força de superação e, sobretudo, uma grande convicção de lutar pelo seu estado. E eu tenho sido testemunha disso, até pelo tanto que ele me atormenta, não é, Wellington?

Bom, queria saudar também, aqui, os senadores Ciro Nogueira, a senadora Regina Souza. Os deputados federais Assis Carvalho,  o deputado Júlio César, a deputada Mainha, o deputado Marcelo Castro… É, o deputado Mainha - olha, eu pensei que fosse “mainha”, você desculpa deputado -, e o deputado Paes Landim. Os deputados estiveram comigo e com o Wellington lá na Transnordestina.

Quero também saudar o deputado Silas.

Também gostaria de saudar todas as pessoas aqui, que representam movimentos sociais, que participam de movimentos que trabalham na internet.

Quero saudar esse grupo de homens e mulheres generosos, principalmente as mulheres de matriz religiosa africana que me presentearam com esse colar e com essas flores da paz que eu me permiti distribuir um pouco aqui com o pessoal presente. Agradeço a vocês do fundo do coração.

Quero também saudar os medalhistas aqui da Olimpíada  da Matemática. Eu nunca estive, infelizmente, em Cocal dos Alves, mas eu conheço Cocal dos Alves porque em todas as olimpíadas da matemática que eu compareci era muito mais muito significativo que Cocal dos Alves, no Piauí, tivesse medalhas de ouro, medalhas de prata, sucessivamente, alguns tinham por cinco anos medalhas de ouro. Outros tinham famílias com essas medalhas. Eu sei que não é só em Cocal dos Alves, eu sei que são vários municípios, agora, eu queria homenagear os responsáveis porque eu acho que os responsáveis são, sem sombra de dúvidas, as famílias, os alunos, mas sem professores não se consegue essa grande realização. Então queria saudar a professora, diretora Aurilene, e o professor responsável também por essa verdadeira revolução que nosso País precisa,  o professor Amaral. Então saúdo os dois, reconhecendo neles a força da transformação que deixa claro que é possível sim ter uma escola de qualidade lá no interior porque tem pessoas da qualidade da Aurilene e do Amaral que são dedicados. Ela falou ali para mim: “É, a gente trabalha muito”. E trabalharam muito e se dedicaram, se doaram e encontram também um conjunto de jovens, homens, meninas e meninos, que souberam ter a capacidade de aproveitar a oportunidade. Porque isso é muito importante: primeiro, se esforçar; segundo, se esforçar e ter condições, ter uma oportunidade. E é isso que o nosso Brasil demonstra, e demonstra aqui, e demonstra no Piauí: os brasileiros e as brasileiras, quando têm oportunidade, eles aproveitam e vão longe.

Quero também saudar os integrantes do grupo folclórico Mestre Severo, do Reisado do Piauí, e a primeira turma de dança contemporânea, formada pelo Pronatec e, também, a cara Catarina Acioli, responsável pela qualidade dessa turma.

Quero saudar também os jornalistas, os fotógrafos e os cinegrafistas aqui presentes.

 

Viu? É bom eu dar uma paradinha que eu escuto isso: “Dilma, eu te amo”. Obrigada, viu? Eu também te amo.

Bom, eu queria dizer para vocês uma coisa que eu acho importante. O que é o Dialoga? O Dialoga é a nossa capacidade, é a nossa… É algo que é muito que nós, no Brasil, exercitemos. Porque a nossa força está na capacidade de nós nos entendermos, nos compreendermos mas, sobretudo, de agirmos em consonância, de agirmos de acordo com aquilo que é mais necessário para as pessoas poderem crescer, se transformar, e para que a gente tenha um país cada vez melhor.

Qual é o papel do governo? O papel do governo é criar condições, criar as oportunidades. Qual é o papel das pessoas e das famílias? Dos jovens e de todos aqueles que vão encarar a oportunidade? É o esforço. Das famílias, é o apoio. Então, quando nós todos agimos em conjunto - o governo federal, o governo municipal e o governo… O governo estadual - desculpa prefeito -  e o governo municipal, nós somos capazes de transformar o País.

É claro que o Brasil, hoje, passa por dificuldades. Mas são dificuldades que nós superamos porque nós somos capazes de superar. O Brasil tem uma imensa força. Primeiro, porque nós somos a sétima economia do mundo. Segundo, porque nós temos condições, nós temos uma agricultura forte, nós temos uma industria forte e, nos últimos 13 anos, nós mudamos bastante, bastante o Brasil. Como é que nós mudamos bastante o Brasil? Nós mudamos bastante o Brasil, primeiro, pelo fato de que aqui no Nordeste… Eu acho que nós conseguimos com o esforço dos nordestinos, com o apoio do governo federal, que aliás começa lá atrás quando um nordestino chega a presidência, que é o Lula. E o Lula, reconhecendo o que o Nordeste precisava era dessas oportunidades iguais, toma um conjunto de medidas, eu vou falar de uma medida que nós estamos fazendo hoje: a Transnordestina. Eu estive lá na Transnordestina.

Qual a importância de uma ferrovia chamada Transnordestina? Ela vai ligar uma cidade chamada Elizeu Martins, vai passar por Trindade, vai subir  e vai levar todos os produtos dessa região riquíssima que é o PI de Piauí onde se produz grãos, onde se produz minerais, onde se produz tudo aquilo que a gente pode ter para exportar de riqueza para exportar e também de riqueza para  levar para o resto do Brasil. E ela vai levar esses produtos através de um jeito que é um das mais baratas formas de transporte  que é a ferrovia, até ai tudo bem, é um trecho longo, são 1.600 km tem 500 km prontos. E, de fato nos foi prometido que o terço do Piauí fica pronto até o final do ano que vem, e que o restante fica pronto ainda no nosso mandato ou seja até 2018. Agora, além de eu ver os trilhos, o que importa são as pessoas, então ali perto tinha uma pequena propriedade, uma pequena propriedade, no meio da seca, no meio da seca, no semiárido, entre Paulistana e Curral Novo. Lá morava uma família, tinha uma senhora, um senhor, o menino mais velho - assim, que devia ter uns 7 anos - e uma menina mais nova que estava no colo. E ela me disse, e ele também, eu parei porque eles estavam na porta, eu parei para conversar com eles. E eles me disseram o seguinte, se referindo àquela casa, ali no meio tinha umas cabras, uma ovelha - como é que chama ovelha, que você me disse? Santa Inês , tinha umas galinhas, e ela me disse o seguinte, e ele também me disse: “Se há alguns anos atrás tivessem feito” - e aí apontou para a luz elétrica, porque tinha um poste com luz elétrica, e apontou também para a cisterna, uma cisterna grande, de produção, que era responsável pelo fato de que mais no fundo, assim,  tinha plantação de palma forrageira, para alimentar a criação - “se tivesse isso nós já tínhamos melhorado muito mais”. E aí você tem razão, não tinha um jegue, mas tinham três motos. O jegue não tinha, não, mas as três motos tinha. E tinha uma coisa mais importante. Aí eu perguntei para ela: “O menino está estudando?” Ela disse: “Ele está estudando”. “E como é que ele vai para a escola?” Ela me disse: “O ônibus escolar pega ele aqui e ele vai para a escola. Tem hora que ele fica meio rudezinho, mas ele vai para a escola”. Ela diz bem essa palavra, eu achei até muito bonito: “rudezinho”. Achei uma forma de ela dizer... Porque toda criança, principalmente aos sete anos, é meio rudezinha, não é?

Eu achei muito importante uma coisa: eu achei muito importante essa sensação que eles me transmitiam, que era de uma vida digna e, sobretudo, de uma esperança no futuro, com o menino rudezinho. Esse menino que ia estudar, e estudar... E como medalhistas de matemática são… E aí nós temos de dizer uma coisa: quando as pessoas são capazes, são capazes de ganhar uma Olimpíada de Matemática, elas têm uma grande capacidade de aprender o que quer que seja. Porque a matemática é a base de quase todas as ciências, para não dizer de todas, é uma forma de raciocinar, de pensar. E aí  é muito importante que os nossos jovens tenham essa capacidade.

E eu quero dizer uma coisa para o pessoal do Pronatec, que também eu vou contar sob a forma de história. O Pronatec é esse programa que nós fazemos em parceria, o governo federal com o Sistema S - o Senai, o Senac, o Senar, o Senat -, com todas as Confederações de Indústria, de Comércio, de Serviço, da Agricultura e de Transporte. Pois bem, o governo  federal, com as suas escolas, seus institutos federais e tecnológicos de educação, que nós asseguramos, aqui no Nordeste, de forma especial.

Pois bem, o mundo faz uma Olimpíada, chamada Olimpíada do Conhecimento. Essa Olimpíada do Conhecimento, ela envolve países, 56 países, ela é do conhecimento técnico, por isso que eu estou falando do Pronatec. Sendo do conhecimento técnico, quem concorre nesta Olimpíada são os “pesos pesados”. Quem são os pesos pesados do ensino técnico? A Alemanha, Coreia do Sul, Japão, França, Suíça, enfim, países que têm todo um desenvolvimento. Nessa, nós sempre participamos dessa Olimpíada e ficamos sempre em quarto, quinto lugar, uma vez conseguimos chegar ao terceiro, há dois anos atrás.

Bom, a boa notícia: nós ganhamos o primeiro lugar. Pergunto a vocês: quem ganhou o primeiro lugar? O Brasil e os estudantes, homens e mulheres, e 74% deles cursaram ou estavam cursando o Pronatec: 74%.

E aí eu quero alinhavar uma outra coisa com a Tereza. Um menino, um dos ganhadores, porque nós ganhamos em tudo quanto é categoria, medalha de ouro, um dos ganhadores da medalha de ouro  além de ser estudante do Pronatec, a mãe dele recebia Bolsa Família e a família dele, portanto, recebia Bolsa Família. A família dele inclui ele, Isso significa o quê? Significa que o Bolsa Família não é algo, como muitas vezes falaram, que era  para criar conformismo para as pessoas se acomodarem, não.

O menino do Bolsa Família fazendo Pronatec ganhou medalha de ouro contra técnicos do mundo inteiro. Mostra primeiro a capacidade do jovem do nosso País, mostra, em segundo,  isso que eu estava falando sobre a importância de oportunidades. Nós fazemos o Pronatec porque acreditamos que a transformação do nosso País passa por esse caminho, passa por esse caminho de oportunidades, em que o Pronatec está construindo uma forma pela qual os jovens, além da oportunidade, ele deve ter de fazer ensino superior, o chamado: entrar na faculdade, na universidade,  ele pode, perfeitamente bem, ter como opção um ensino técnico ou tecnológico, dai porque eu  contei isso e pela presença de alunos do Pronatec aqui, acho que o Pronatec é um dos principais caminhos de oportunidades abertos nos últimos anos para os jovens do nosso País  e tenho certeza também que esse exemplo que tem aqui no Piauí de grande qualificação na área da educação é algo de exemplo para todo o Brasil. Cocal dos Alves, Piripiri eu quero falar Capitão de Campos, Teresina, Lagoa Alegre são exemplos para todo o Brasil de que é possível sim ter ensino de qualidade em qualquer lugar desse País, não precisa de ser nas grandes cidades do Sudeste, pode ser lá no interior do Piauí,  eu tenho certeza que o desenvolvimento do Piauí vai dar muito orgulho para todos os brasileiros…

Daí porque eu saúdo essa iniciativa de aqui se construir parques eólicos na proporção que está se construindo, considerando que aqui os ventos são muito bons. E achei interessantíssimo a senhora que foi entrevistada e que disse: “Antes os ventos não traziam grande coisa e levavam a poeira, e levavam muita coisa. Agora, os ventos estão trazendo dinheiro”. Eu achei extremamente sintético do que é um parque eólico: um parque eólico é aquele no qual os ventos trazem dinheiro. E aí eu sempre conto uma definição que tem sentido, em relação ao Dialoga: nós gostamos muito de conversar, de dialogar, de discutir, de escutar crítica, de escutar sugestão. Por que a gente gosta disso? Primeiro, como disse um pastor, recentemente, para mim, citando a Bíblia, ele disse que lá no Livro de Salomão estava escrito que “na multidão dos conselhos está a verdadeira sabedoria”. Olha, na multidão dos conselhos é o quê? É o diálogo. Está a verdadeira sabedoria. Porque é  óbvio que todos nós, juntos, pensamos melhor do que separados.

Mas aí quero citar também uma outra… Um ribeirinho, lá da beira do Rio Amazonas. Esse ribeirinho estava numa conferência, discutindo com a gente, participando, era uma conferência sobre cultura. E perguntado o que é uma conferência e para que ela serve, respondeu que a conferência servia para conferir se tudo estava nos conformes. Um diálogo é para isso, é para a gente conferir, vir aqui e conferir com vocês se  está tudo nos conformes, e o que não está nos conformes,  nós temos de conformar, nós temos de tornar a formatar.

E é isso que nós estamos fazendo aqui hoje, com o Dialoga Piauí. Nós estamos aqui discutindo as áreas mais importantes, no que se refere à questão social: Saúde, Segurança, Desenvolvimento Social e Combate à Fome e Educação. Sobretudo, nós estamos aqui sabendo de três coisas: primeiro, nós temos consciência que realizamos muitos programas, alguns eu considero que são programas estratégicos, como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Mais Médicos, o ProUni, o Fies, todos os programas para agricultura familiar. Outros nós achamos que ainda devemos fazer, devemos melhorar.

E a terceira coisa é que a gente sabe que ainda há muito o que fazer, há muito para construir oportunidades, há muita coisa na qual a gente precisa de persistir.

O Brasil não é um país pequeno.  Não é possível fazer no Brasil programa piloto. Muitas vezes, no passado, se fez programa piloto. Programa piloto não resolve nada no Brasil. O Brasil tem 203 milhões de habitantes. Então,  todos os programas têm de ter um certo corpo, tem que ser encorpado. Isso significa que nós temos de atingir milhões de pessoas. E quando você tem de atingir milhões de pessoas, quanto mais as pessoas participarem, falarem “isso está certo, aquilo está errado, isso está certo aquilo está bem, melhora ali”, para nós, isso é fundamental.

Nós até contratamos, contratamos auditoria para ver se tudo que está sendo feito no programa Bolsa Família está nos conformes. O que é estar nos conformes? As pessoas que devem receber são as que estão recebendo, as pessoas que precisam receber estão recebendo. Hoje, aqui, ouvi várias sugestões, escutei elas atentamente. Uma que não foi tornada publica é uma que eu tenho grande consideração, porque nós temos um programa que se chama Viver sem Limite, que é para as pessoas com deficiência. E eu recebi de uma mãe, a Renata, eu recebi um bilhete em que ela reivindicava, com razão, que nós atendêssemos… Eu vou ler um pedaço, se você me permitir, Renata.

Ela diz o seguinte peço atenção maior para os surdos. Sou mãe de uma surda. Eles estão se tornando analfabetos, pois não tem uma educação básica por falta de suporte como um intérprete de libras. Peço uma maior atenção a implantação de escolas bilingues. Os surdos estão pedindo socorro. E eu estou escutando, Renata, e aqui tanto o nosso querido Secretário Executivo, ex-reitor de Viçosa, o Luiz Cláudio, como o nosso governador do Piauí estão com o ouvido bem aberto para escutar e tomar providência nesse sentido. Então, um abraço Renata. Eu escolhi ler esse seu pedido porque ele faz parte de algo que o Brasil tem de ter, a questão da cidadania passa pelo respeito aos direitos das pessoas com deficiência, passa por considerar que elas tem o mesmo direito de cada um de nós e que elas podem viver sem limite depende de nós darmos e construir essa oportunidade… Pode, pode, pode….

Eu queria continuar dizendo para vocês o seguinte: eu  vou acabar minha fala com cidadania. Cidadania é também o direito da população indígena, é o direito da população negra desse País, os quilombolas, e é também o direito das mulheres viverem sem violência e terem as mesmas oportunidades, o LGBT também, todo mundo tem… Aqui nós somos pessoas democráticas… Este País é um país democrático. Nós não podemos aceitar e nunca aceitamos neste País a intolerância, nós somos capazes de viver de forma aqui que a gente respeite as diferenças.

Nenhum de nós é igual ao outro, nenhum de nós.  Agora, as oportunidades e os direitos são iguais. Os nossos direitos e as nossas oportunidades, e, sobretudo, nós vivemos numa democracia. Nós enfrentamos hoje um momento em que muita gente considera que quanto pior, melhor, quanto pior, melhor para uma minoria, quanto pior, pior, para o conjunto da população brasileira.

            Nós devemos repudiar esses que querem sempre o desastre, sempre a catástrofe, esse é um pais democrático, um país que conquistou com muito esforço a democracia a eleição dos seus governantes por voto direito, e conquistou, sobretudo, isso que é uma diferença nossa para o resto do mundo.

Nós somos um país que respeitamos as diferenças religiosas, não temos guerras religiosas, nós somos um país que tem de respeitar as diferenças étnicas, as diferenças chamadas raciais,  isso é uma coisa que nós temos de superar porque ninguém que viveu como nós vivemos  a escravidão, supera este processo de forma fácil, nós sabemos que a pobreza no Brasil tinha uma feição, tinha um rosto, e o rosto da pobreza no Brasil não era loiro de olhos azuis, era um rosto que vinha da escravidão. Era um rosto negro, um rosto indígena ou um rosto mestiço, que é o que nós somos também.

E é isso que nós hoje estamos superando, eu tenho muito orgulho do Piauí. O Piauí era considerado o estado mais pobre da Federação em 2003, quando eu cheguei com Lula lá em Brasília, e hoje, e o Wellington chegou aqui ao governo. E hoje eu  tenho certeza que se tem um estado no Nordeste que tem um grande futuro pela frente é o Piauí. E os passos que o Piauí deu são todos nessa direção. Agora o mais importante é essa mudança no Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH. É o IDH do Piauí que mostra a força do Piauí porque no Brasil e no Piauí nossa maior riqueza são os piauienses e os brasileiros.

Um beijo para vocês.

 

 

 Ouça a íntegra (32min31s) do discurso da Presidenta Dilma Rousseff