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Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia de entrega de unidades habitacionais do Loteamento Acácio Figueiredo e Raimundo Suassuna, do Programa Minha Casa Minha Vida – Campina Grande/PB

por Portal Planalto publicado 04/09/2015 15h15, última modificação 04/09/2015 17h33

Três Irmãs, 04 de setembro de 2015

 

Boa tarde!

Boa tarde Paraíba, boa tarde Campina Grande,

Governador, querido governador Ricardo Coutinho, eu também vim aqui agradecer. Vim agradecer o apoio que eu sempre tive do povo da Paraíba. E também vim aqui comemorar. Comemorar essas quase duas mil casas, aqui em Campina Grande.

E aí eu queria cumprimentar a cada um, a cada uma das famílias, dos homens e das mulheres, das crianças, dos jovens que hoje vão entrar, abrir a porta e entrar com o pé direito nessas casas,

Então primeiro eu abraço a cada uma das famílias aqui presentes. E cumprimento a Daniela, a Elisângela, a Rosana, a Rosilene e a Lenita, que receberam, aqui, em nome de suas famílias, a chave da casa própria, do lar, onde, vocês viram, vão criar seus filhos. E o que nós podemos sempre desejar é que essas crianças tenham saúde, essas crianças tenham proteção, essas crianças tenham a segurança para construírem o futuro desse País.

Daí, gente, hoje é um dia de comemoração. Eu agradeço o governador Ricardo Coutinho, grande parceiro nesses últimos anos. Temos, juntos, investido aqui na Paraíba, em Campina Grande, em João Pessoa e em quase todos os municípios aqui do estado.

Cumprimento, também, o ministro Eduardo Braga, que me acompanha, ministro das Minas e Energia.

Cumprimento a vice-governadora, a Ana Lígia Feliciano,

Cumprimento o prefeito, Romero Rodrigues Veiga,

O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino,

Um cumprimento muito especial ao senador José Maranhão,

Queria, também, dirigir um cumprimento ao ex-ministro das Cidades, o deputado Aguinaldo Ribeiro, que, quando foi ministro, assinou a autorização para este empreendimento.

Cumprimento o Damião Feliciano da Silva,

O Hugo Mota,

O Luís Couto,

O Rômulo Gouveia,

Dirijo um cumprimento todo especial ao Veneziano Vital do Rêgo,

Cumprimento o deputado federal Wilson Filho,

Cumprimento os senhores deputados estaduais,

E, aqui, queria dirigir um cumprimento especial ao parceiro nessa obra, que foi o Banco do Brasil. Quero cumprimentar o presidente do nosso Banco do Brasil, Alexandre Corrêa Abreu.

Cumprimento, também, o Maurício Muniz, que é o secretário do PAC, do Programa de Aceleração do Crescimento,

Cumprimento a nossa querida Inês Magalhães, secretária Nacional de Habitação,

Quero, também, dirigir um cumprimento a uma outra mulher dessa área, vejam vocês que são duas mulheres: a Inês e a Emília Correia Lima.

Cumprimento o vereador Antônio Alves Pimentel Filho, presidente da Câmara Municipal;

E dirijo um cumprimento àqueles representantes dos movimentos sociais, que são muito importantes, tanto no Minha Casa Minha Vida, como em outros programas do governo. Daí eu começo pelos integrantes dos movimentos de moradia: o Alberto Freire da Silva, da União Nacional por Moradia Popular; Arjuna Escarião Agripino, da Central de Movimentos Populares; a Dilei Aparecida Shiochet, do MST. O MST tem tido também uma presença no Minha Casa Minha Vida Rural.

O Fernando Jordão da Silva, da Conan,

A Maria da Glória Batista de Araújo,

Eu cumprimento, com muito carinho, a Maria da Glória Batista de Araújo. Porque nós, em parceria com a ASA, o governo federal implantou mais de 1,1 milhão cisternas. No meu governo, 750 mil cisternas, o que é importantíssimo para dar autonomia em relação à água, às populações rurais.

Cumprimento o Osvaldo Bernardo da Silva, do MAB, Movimento Atingidos por Barragens,

O Roberto Guilherme do Movimento Nacional de Luta pela Moradia,

Cumprimento, também, o empresário que construiu este empreendimento, José Arimatéia, da Construtora Rocha,

Cumprimento os senhores fotógrafos, jornalistas e cinegrafistas.

 

Primeiro eu gostaria de falar sobre essa cerimônia de entrega, aqui, das moradias do Residencial Acácio Figueiredo e Raimundo Suassuna. É, sem dúvida, um dia de festa. Eu perguntei para muitas pessoas que vão receber essas moradias, essas casas, esses lares, onde elas moravam. Muitas moravam de favor em casa de parentes; outras pagavam algum aluguel; outras viviam em áreas de extrema vulnerabilidade, muito precárias. E hoje elas entram e dão um passo decisivo, um passo importantíssimo, que é o passo de acesso à casa própria. A gente olha para casa própria, cada uma está igualzinha à outra. Se eu voltar aqui daqui a um mês, e, mais ainda, daqui a seis meses ou daqui a um ano, cada casa vai ser diferente da outra, por quê? Porque quando a gente mora em um lugar, a gente transmite para aquele lugar uma parte da gente. Eu sei que eu vou chegar aqui, a casa da dona Maria vai ser diferente da casa da Rosilene; a casa da Rosilene vai ser diferente de qualquer outra casa. E isso é muito importante, porque nós, cada um de nós, somos diferentes. Porém, nós podemos ser diferentes, mas nós temos que ter a mesma oportunidade. Por isso que nós fizemos o Minha Casa Minha Vida. Para que as pessoas que podem passar na frente de um banco - e antes elas podiam passar e não conseguiriam comprar sua casa própria através de financiamento. Agora podem, por quê? Porque o governo federal percebeu que é importantíssimo para o povo desse país ter acesso à casa própria. Qualquer pessoa, a mais rica, quer ter onde morar; por que as pobres não têm direito, também, de morar com dignidade? Foi certo, foi com a consciência disso, foi com a certeza disso que nós fizemos o Minha Casa Minha Vida.

Começamos lá atrás, no último ano do governo do presidente Lula. Lá nós começamos e viemos vindo. Nós começamos como todo mundo começa, com pouco, nós começamos fazendo um milhão de moradias. Depois, fomos contratando mais, aprendendo mais, chegamos aí a 2,75 milhões. E vamos indo, e vamos deixar contratados, até o final do meu mandato, mais três milhões de moradias. Vai ser difícil fazer as três milhões. Vai ser muito difícil fazer as três milhões de moradias, mas nós vamos suar a camiseta para fazer essas três milhões de moradias contratadas. Eu não digo que todas vão estar prontas, mas vão estar contratadas, que nem agora que nós já estamos, nós estamos quase chegando aos 3,75 milhões que nós prometemos. Eu estou falando em entregando a chave. Porque contratadas todas estão, todas estão, e nós estamos construindo, agora, em torno de um 1,4 milhão de moradias. O Brasil está construindo, hoje, nesse exato instante, tem 1,5 milhão de moradias sendo construídas.

Então, eu quero dizer para vocês: é um momento especial porque nós estamos ao lado daqueles que mais precisam no Brasil. E nós fizemos o quê? Nós usamos uma parte dos impostos que nós arrecadamos para garantir que as pessoas tenham acesso a uma casa com dignidade. O governo federal, então, ao escolher onde gastar, escolheu gastar no Minha Casa Minha Vida. Podem ter certeza que, com imensa dificuldade, nós vamos fazer todo o nosso esforço para contratar mais moradias para que a população desse país tenha aquilo que se chama “proteção e segurança”. Porque a casa dá isso. A casa dá a segurança para poder criar os filhos, para colocá-los na escola, para garantir a eles aquela palavra que não é uma palavra mágica, mas é uma palavra fundamental para a vida de todo mundo: a estabilidade. A estabilidade de viver em uma família e saber que você, ao voltar do trabalho, tem para onde ir; ao voltar da escola, tem para onde ir. E tem para onde ir na hora do tempo difícil, você tem um teto para te proteger.

Nós, aqui em Campina Grande, vamos, neste programa, contratar 12,4 mil… aliás, agora, nesse momento - eu estou me confundindo - agora, nesse momento, tem 12,4 mil famílias aqui que já realizaram o sonho da casa própria. Olha, gente, 12,4 mil famílias, é muita família… Aliás, desculpa, pessoas. São muitas pessoas. 12,4 mil pessoas dá um município de tamanho médio do Brasil. Se a gente considerar que 75% dos municípios estão abaixo de 50 mil habitantes, essas 12,4 mil famílias [pessoas] que vão morar aqui, é como se a gente tivesse inaugurando uma pequena cidade. E daí, a gente preserva essa pequena cidade; a gente garante que as pessoas que vão morar aqui tenham acesso a escola, tenham acesso a creche e tenham acesso a posto de saúde.

O governo federal tem, ainda, mais 7,6 mil moradias aqui em construção. Se a gente somar essas 7,6 mil moradias, nós vamos ver que uma parte muito importante da população vai ter acesso à casa própria.

Eu quero dizer para vocês que um governo faz escolhas; um governo escolhe: “eu vou gastar nisso ou vou gastar naquilo?” Nós escolhemos gastar com a casa própria das pessoas que mais precisavam, das famílias que mais precisavam. E essa é uma escolha que ilumina o meu governo. O meu governo tem um compromisso com aqueles que são os mais pobres.

Além disso, nós temos um compromisso, também, com o desenvolvimento do Nordeste, com o desenvolvimento da Paraíba, com o desenvolvimento da região. Campina Grande é, hoje, uma cidade respeitada no país, é respeitada porque é um polo universitário, é um polo tecnológico, é um polo industrial muito importante para o país.

E é por isso que é muito… Eu fico muito honrada de aqui nós termos sido, trazemos aqui e fizemos e temos sido bem sucedidos em alguns programas. Eu queria citar alguns: falo, por exemplo, do Mais Médicos, que nós trouxemos aqui com 28 médicos atendendo 96 mil pessoas pelo critério da Organização Mundial da Saúde. Falo também do Pronatec, por que eu falo do Pronatec? O Pronatec é um programa de formação profissional. Aqui, 78 mil jovens e trabalhadores cursaram o Pronatec, tiveram seu diploma do Pronatec. E isso é importante porque permite que eles tenham acesso a um trabalho, a um emprego de qualidade.

Eu vou contar uma pequena história do Pronatec: lá em São Paulo, neste mês que passou, ocorreu uma olimpíada chamada Olimpíada do Conhecimento. Era uma competição entre países muito fortes na área profissional e técnica. Exemplo: Alemanha, o Japão, a Coreia. E o que aconteceu lá? Aconteceu o seguinte: o Brasil ganhou o primeiro lugar. Nós ganhamos medalhas... Ganhamos em medalha de ouro; ganhamos em medalhistas; e ganhamos como sendo o país com maior capacidade técnica entre aqueles jovens. E áreas importantes como a aviação, indústria automobilística, construção de computadores. Bom, eu estou contando essa história para chegar ao fim. Qual é o fim? Oitenta e quatro por cento daqueles que ganharam medalha na Olimpíada do Conhecimento, que é uma olimpíada internacional, eram alunos que cursaram ou estão cursando o Pronatec. Daí, quando eu vejo que, aqui, 78 mil jovens cursaram, eu quero dizer para vocês que quanto mais jovens se formarem em ensino técnico, mais oportunidades os brasileiros terão. E aí, o que ganhou a medalha de ouro, um deles, a mãe recebia Bolsa Família; o outro era uma pessoa extremamente esforçada, que o pai era distribuidor de gás. E ele se dedicou, teve a bolsa do Pronatec e ganhou o primeiro prêmio de todo o mundo.

O que eu quero falar com isso? Eu quero falar com isso que esse país, ele é feito de gente que não desiste, de gente que luta, de gente que, tendo uma oportunidade, corre atrás. Esse país é feito de pessoas que são capazes de se esforçar, de superar todas as suas dificuldade e ir em frente. Nós somos um país de pessoas com autoestima, que sabemos e sabemos a nossa força. O exemplo desses dois meninos que saíram lá de baixo e deram a volta por cima com as suas forças porque tiveram uma oportunidade, é um exemplo muito forte para nós. E eu digo isso porque nós estamos às vésperas de um dia importantíssimo no Brasil, que é o dia da Pátria, o dia Sete de Setembro. Nesse dia Sete de Setembro, nós temos que olhar para cada um de nós; nós temos que olhar para nós mesmos e sabermos que juntos, unidos, nós somos imbatíveis. Juntos, unidos, nós somos imbatíveis porque eu tenho certeza que cada brasileiro, cada brasileira tem a força de superação.

E eu sei que meu o governo, o que fez, se vocês me perguntarem: “mas o que é o melhor no seu governo?” Eu diria: “foi ter construindo oportunidades para aqueles que quiseram brigar e lutar e superar”. Eu vou citar, além do Pronatec, o Prouni. O Prouni, que fez - como o pessoal cantava para mim no dia da comemoração do Prouni -, a filha... Era assim: “Olê, olê, olá, a filha do pedreiro agora virou doutora”. Esse canto, ele expressa justamente isso. Qual é a grande oportunidade que foi criada nesse país? A oportunidade das pessoas terem um caminho e uma esperança.

É óbvio que nós destinamos mais dinheiro para isso, é óbvio que nós fizemos isso. Nós fizemos uma escolha, nós acreditamos que, quanto mais brasileiros se capacitarem, tiverem acesso à saúde, tiverem universidade, quanto mais água tiver aqui no Nordeste, aqui na Paraíba, melhor será a vida do Brasil inteiro, não só aqui da Paraíba. Porque cada um de nós compõe um único país. O que ganhar a população da Paraíba, acaba beneficiando o Brasil inteiro. Nós somos uma só nação, um só mercado de consumo. Tudo que um de nós gasta beneficia uma pessoa do extremo sul do país, ou lá da terra do ministro, que é a Amazônia.

Então eu digo para vocês, olhando para o dia Sete de Setembro: nós temos que, primeiro: ter fé nesse país, ter fé na nossa própria força. Ninguém, não sai de ninguém, não sai de uma força externa, não sai de outro país, a força para superar as dificuldades; sai, primeiro, de uma atitude, a gente tem que reconhecer que tem dificuldade. É que nem a dona de casa, ela vai lá olha e fala: “Ó, tem dificuldade”. Depois, qual é o segundo movimento? É todo mundo, independente do interesse partidário, do interesse e da convicção de cada um de nós, nós temos de primeiro olhar o bem do Brasil; é a primeira coisa que se olha, o bem desse país. É como na sua casa, na casa de cada um de vocês: diante da dificuldade, se todo mundo ficar junto, supera mais rápido.

Terceira coisa: nós não podemos voltar atrás; nós não podemos perder aquilo que já conquistamos. O Minha Casa Minha Vida, nós não podemos perder; nós não podemos perder o Fies. Essa parte é compromisso do governo. O governo tem que zelar para que isso não ocorra. Daí porque vocês podem ter certeza que o país vai ficar muito melhor; o país vai sair dessa muito mais rápido porque nós nos unimos, e nós, juntos, somos capazes de superar esse momento.

Eu queria destacar que, aqui, nós tivemos um conjunto de obras. Acho que essas obras, elas foram importantes. Agradeço o reconhecimento por cada uma delas: a reurbanização do Açude de Bodocongó, a Alça Leste, e também agora nós vamos construir o Aluízio Campos com mais quatro mil moradias.

Mas, sobretudo, eu quero dizer que eu tenho um compromisso com a Paraíba e com o Nordeste na questão da água. Hoje, até eu respondi em um programa de rádio aqui da região, e lá de João Pessoa, eu respondi sobre a interligação do São Francisco. Quero dizer que a interligação do São Francisco, ela vai chegar à Paraíba por dois lados: lá por Monteiro, e depois, se eu não me engano, lá por cima no Eixo Norte, pelo rio Piranhas, lá em cima. Essas duas chegadas vão resolver o problema de forma estrutural. Estrutural significa o quê? Durante um tempo nós teremos, aqui, um tempo longo, nós teremos aqui acesso à água e vamos, através de adutoras, levar para todo o estado. E completar algumas outras obras. Ela é estruturante porque ela não é uma emergência, ela vai ficar para sempre.

Ao mesmo tempo, nós vamos ter que fazer obras emergenciais aqui. Eu sei, por exemplo, que aqui, em Campina Grandem vocês estão tendo um problema seríssimo com água. Eu pedi ao ministro das Minas e Energia, o ministro Eduardo Braga, para vir aqui e dar uma dedicação especial para ver se nós temos condições, em furando poços ultraprofundos, - porque eu sei que aqui é uma região de cristalino -, a gente ter acesso, emergencialmente, a uma fonte de água. Nós, eu quero dizer, olharemos todas as hipóteses que estiverem na mesa para que a gente possa enfrentar esses quatro anos de seca que já ocorreram e a possibilidade disso continuar, porque só Deus sabe se continua ou não. As perspectivas parecem que a seca dura mais tempo ainda.

Então nós não queremos, aqui, a falta de água. Quero dizer que o governo federal é parceiro para solucionar o problema da água. Como nós temos sido parceiros, - eu cumprimentei a menina da ASA, a senhora da ASA, porque a ASA ajudou, ajudou muito a gente a fazer cisterna, por esse interior do Semiárido nordestino, incluindo aqui a Paraíba.

Nós temos, então, essas cisternas. Essas cisternas melhoram, porque até para o carro pipa fica mais fácil. Nós temos o Bolsa Família; nós temos o Seguro Garantia Safra; e nós temos todos os programas emergenciais de modelo simplificado de abastecimento. Agora nós iremos, sistematicamente, como viemos fazendo desde que a seca começou, eu vim aqui eu acho a primeira vez, em uma reunião convocada por você, Ricardo, para fazer avaliação, logo que ela começou, quando nós criamos todos esses programas.

Então, eu quero dizer que eu sou parceira, porque nós temos que demonstrar que o Nordeste, que é feito de pessoas fortes, pode sim, conviver com a seca. Porque vocês pensam comigo: lá, nos países do Norte, eles convivem com a neve. A neve acaba com tudo; destrói todas as plantações, você tem que guardar os bichos, porque se não morrem de frio. Ora, se eles podem conviver com o inverno, nós podemos conviver com a seca, desde que nós construamos as condições para conviver com a seca.

Finalmente, eu queria destinar uma palavra de agradecimento ao governador Ricardo Coutinho. O Brasil é feito de homens com estatura. O Brasil é feito de lideranças políticas que têm estatura. E essas lideranças políticas que têm estatura, ela também têm coragem. E quando você tem coragem, não há nada que possa impedir que você enfrente um problema.

Então, eu agradeço a solidariedade do Ricardo Coutinho, e agradeço, sobretudo, pelo fato de isso significar um gesto, também, de solidariedade.

Muito obrigada, também, ao povo aqui de Campina Grande e parabéns para vocês que receberam as casas. Meus parabéns. Sejam felizes dentro das casas.

Um abraço.

 

Ouça a íntegra do discurso (33min20s) da presidenta Dilma.