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Discurso da presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia de entrega de 747 unidades habitacionais dos Residenciais Pérola VI e VII e Ajuricaba, do Programa Minha Casa Minha Vida - Boa Vista/RR

por Portal Planalto publicado 07/08/2015 16h47, última modificação 07/08/2015 17h09

Boa Vista-RR, 07 de agosto de 2015

 

 

Muito boa tarde para todos e todas roraimenses. Muito boa tarde.

Vocês viram que só dava mulher ali na frente, não é? A prefeita, a governadora, a nossa querida senadora, a presidente da Caixa, e eu e a minha querida aqui.

Eu quero saudar... Bom, eu queria começar cumprimentando a Maria Lúcia, o Jodaílson, Antônia, Aline, a Severina e o Arleymar,

E saudar os moradores do residencial Pérola VI e Pérola VII e também, como disse a minha querida, a família Ajuricaba. Eu vou dizer para vocês uma coisa: tenho muito orgulho de estar hoje aqui em Roraima. De fato é um estado para mim muito querido.

Por isso, eu queria cumprimentar a governadora, a nossa querida Sueli Campos,

Queria cumprimentar a Teresa Surita, prefeita de Boa Vista,

Quero cumprimentar também o Marcelo Guimarães. Marcelo Guimarães, que hoje é marido da Teresa, eu o conheci com três anos de idade. Eu não posso dizer isso porque eu não tinha 3 anos de idade quando o conheci. Então, a idade dele revela a minha, e vocês vão ver que sou muito velha.

Queria cumprimentar também a senadora Ângela Portela,

O senador Romero Jucá,

Dirigir um grande abraço ao senador Telmário Mota,

Cumprimentar e abraçar os deputados federais Abel Mesquita, Hiran Gonçalves, Remídio Monai. Tanto o Iran Gonçalves como o Remídio me deram o prazer de conviver com eles no avião.

Queria cumprimentar os deputados estaduais Evangelista Siqueira, Gabriel Picanço, Soldado Sampaio e Valdenir da Acta,

Quero cumprimentar a Carla Cristina Rocha, a minha querida presidente da Associação das Donas de Casa,

Quero também cumprimentar aqui todos os movimentos sociais aqui presentes, a começar do MST,

Cumprimento também o vereador e presidente da Câmara, Edilberto Veras,

Cumprimento a presidente da Caixa, Mirian Belchior,

Cumprimento a secretária municipal de Gestão Social, Simone Queiroz,

O presidente da Codesaima, Rafael Alves,

Cumprimento Amaury Fernandes, representante das empresas Recel e Centro Norte, responsáveis pela construção das casas.

Cumprimento os senhores jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

 

Quero dizer para vocês que, de fato, Roraima é [tem] a capital mais distante de Brasília, mas eu  garanto para vocês que essa distância, para nós do governo federal, só existe no mapa. E aí eu me considero hoje uma roraimada, roraimada, no que prova que eu estou bem perto de vocês. Eu considero um grande desafio, um importante desafio mas, sobretudo um exemplo, contribuir para que este estado, que é o estado mais ao norte do nosso País, este seja o estado que tenha condições de vida e de desenvolvimento que o torne um símbolo aqui na região Norte.

Hoje nós estamos aqui por uma festa. Por que é uma festa? As 747 famílias do residencial Pérola VI, Pérola VII e Ajuricaba, elas representam um dos mais importantes programas sociais do meu governo. Se tem algo que eu tenho orgulho de ter feito é o Programa Minha Casa Minha Vida. Desde o início eu participei desse programa. Lá para a metade de 2009, o presidente Lula me chamou no seu gabinete - eu era então ministra-chefe da Casa Civil - e disse para mim: “Nós temos de fazer um programa. Um bom programa para garantir emprego para pessoas”. E aí nós pensamos no Programa Minha Casa, Minha Vida, porque ele dava duas coisas: ele dava emprego e também ele resolvia um dos mais graves problemas sociais do nosso país, que era a quantidade de pessoas, de famílias, de homens, mulheres, pais, mães mas, sobretudo, jovens e crianças, jovens e crianças que moravam em condições extremamente vulneráveis, muitas vezes inadequadas, compartilhando ou com as suas famílias ou pagando aluguel, como ficou claro aqui. E nós então iniciamos esse programa. Foi difícil. No início o pessoal achava que só dava conta de fazer 200 mil moradias, lá no início. Os empresários. Então, eles também não tinham experiência porque a construção civil de moradias, de habitação popular, de lares, tinha sido interrompida e sempre foi feita em pequenas escala. Umas casas aqui, outras casas ali, outras casas acolá. Mas nós queríamos um programa do tamanho da necessidade do Brasil. É claro que a gente não podia começar dando o passo maior que a perna, mas 200 mil, vamos conversar, é muito pouco para um país do nosso tamanho.

Então, nós começamos, naquela época, em 2010, com 1 milhão de casas. Um milhão. Aí construímos... eu virei presidente e começamos a construir o milhão de casas, tanto no governo, no final do governo do presidente Lula e no início do meu. Aí aprendemos como fazer, aprendemos que era possível construir mais casas. E aí demos um outro passo. Fomos para 2 milhões, quase 3 milhões de casas, 2 milhões 750 mil casas, e foi um pouquinho mais do que isso até, chegando quase a 3 milhões. Aí nós melhoramos as casas porque a gente olhava como era o acabamento, porque mulher tem mania de cozinha e banheiro. Nós sabemos que nós temos a mania de cozinha e banheiro porque a gente sabe o custo que é para limpar, para conservar e é lugar fundamental para as famílias. E aí aumentamos azulejos, até metade, para as cozinhas e depois até metade também nos banheiros. Olhamos e vimos que nesse país cheio de sol era muito importante também colocar, colocar aquecimento solar elétrico igual tem em algumas casas no Brasil afora. E aqui tem. Aqui tem esse aquecimento. Qual a vantagem dele? É pagar menos tarifa de energia elétrica. Daí a importância disso.

E por que nós fizemos o Minha Casa Minha Vida? O nome diz. Porque a casa é talvez, da vida das pessoas, uma das mais importantes partes. É para onde a gente vai depois do trabalho. É para onde a gente vai depois de descansar. Mas é, sobretudo, aonde a gente cria os filhos, recebe parentes e amigos e aonde a gente se sente protegido e seguro. E aí, quando a gente fala do Minha Casa Minha Vida,  quero dizer para vocês que nós estamos falando é no lar das pessoas. Não é tijolo, não é areia, não é cimento, não é telha, não é alumínio. Ali tem sentimentos, tem emoções e, sobretudo, tem apoio e segurança para as crianças e para os jovens. Morar aqui... e aí eu quero pedir uma coisa para vocês: além do Minha Casa Minha Vida ser um lar, ele é um patrimônio. É uma riqueza que cada família possui porque ele vai valorizar. Se vocês cuidarem direitinho, se, como disse a prefeita e a governadora aqui presentes, a gente tiver uma urbanização, umas árvores, se a gente tiver cuidado com esse residencial, vocês têm, além de um lugar excelente para morar, vocês têm uma riqueza que é da família de vocês, de cada um de vocês e, sobretudo, faz parte daquilo que as crianças e os jovens de hoje poderão ter amanhã como sendo um legado que vocês deixarão para eles.

Hoje essas famílias vão entrar aqui, vão pegar a chave e virar na fechadura. E aí vocês vão entrar e ter certeza de uma coisa: essa casa é de vocês, vocês não devem ela a ninguém. O Estado brasileiro arrecadou impostos e decidiu que aqueles do Brasil que mais precisavam eram aqueles que iam receber a sua casa própria. Daí, tenham orgulho dela e, sobretudo, o que eu desejo mais, tenham muita saúde para cuidar das crianças e dos jovens porque eles são o futuro deste país, mas também tenham muita felicidade porque é importante que as pessoas vivam um clima muito saudável e feliz para que nós tenhamos pessoas, adultos, homens e mulheres cada vez mais comprometidos com seu próprio país.

Eu quero destacar aqui esse programa que faz parte do Minha Casa Minha Vida que é o Minha Casa Minha Vida Entidades. Por que eu destaco, Carla, o Minha Casa Minha Vida Entidade? Porque eu acho que tem um grande esforço aqui das organizações sociais, dos movimentos sociais de se organizar, ir lá olhar o lugar, discutir com as pessoas e dar essa alternativa, que é construir a casa própria para aqueles que integram as suas organizações.

Daí porque eu queria dizer que as 200 famílias que vão morar no residencial Ajuricaba, elas terão ainda mais compromisso em criar lá um ambiente de cooperação, mas isso vale para todos vocês. Organizem uma espécie de condomínio. Cuidem dessas casas porque, a partir de agora, ela é de vocês e vocês é que podem assegurar que nós tenhamos esses equipamentos, essas casas, as pracinhas, todo o sistema de saneamento de água e de luz em condições das melhores possíveis. Eu acredito muito que aqui as crianças vão ter um futuro melhor. É nisso que eu acredito e é por isso que nós lutamos para fazer o Minha Casa Minha Vida.

Queria também falar para vocês que esse programa é um programa que nós temos o compromisso de continuar. É daqueles programas que a gente cuida, que cuida e zela por ele. Aqui duas pessoas são responsáveis por isso. Uma é o ministro Kassab, que é o ministro das Cidades, duas é a Miriam Belchior, que foi ministra do Planejamento, que me ajudou lá atrás no Minha Casa Minha Vida e a que agora vai cuidar lá dentro da Caixa do detalhe para a gente ter aquela moradia a melhor possível para ser entregue. E aí quero dizer para vocês a boa notícia: nós vamos lançar o Minha Casa Minha Vida 3. Quando? Alguém perguntou quando, então vou responder quando. Vamos lançar isso no dia 10 de setembro, três dias depois do dia da pátria.

Eu quero dizer para vocês que nós fazemos questão, fazemos questão de transformar o Minha Casa Minha Vida 3 em um programa ainda melhor. Um programa, porque cada programa se aprende com o que fez. E nós temos agora a ambição de fazer ainda melhor. E vocês nos ajudarão nisso. Por quê? Vocês nos ajudarão cada vez que vocês mantiverem a casa de vocês; cada vez que vocês - mesmo sendo uma prestação pequena - pagarem a prestação de vocês, vocês estão contribuindo para que a gente faça o Minha Casa, Minha Vida 3.

Agora eu quero falar de um outro programa aqui em Roraima, que tenho também muito orgulho de ter desenvolvido. Aqui em Roraima nós também implantamos um programa que eu considero um dos melhores programas do governo, é o Mais Médicos. Por que eu gosto do Mais Médicos? Primeiro porque quando começamos o Mais Médicos, nós não começamos o Mais Médicos por um capricho, porque nos deu na cabeça. É porque os prefeitos, todos os dias, reclamavam que não tinham médicos nos seus municípios. No Brasil, tinha em torno de 700 municípios que nunca tinha tido um médico. Então nós começamos esse Programa Mais Médicos.

Quero dizer que eu tenho, aqui, muito orgulho também de vir a Roraima porque nós temos aqui 138 médicos do Mais Médicos. E esse programa, ele tem um objetivo. A gente não diz que nós estamos resolvendo todos os problemas com ele, mas estamos resolvendo um problema fundamental, que é garantir que no posto de saúde, que é garantir que no município tenha médicos para atender a população. Por quê? Porque na atenção que a gente chama de atenção básica, 80% dos problemas de saúde são resolvidos: pressão alta, diabetes, criança com asma, o tratamento, aquele contínuo, que uma pessoa tem de ter, seja ela criança ou idoso. Então, nós temos muito orgulho desse Programa Mais Médicos.

Além disso, eu quero me referir aqui às 26 creches que, em parceria com a prefeitura, nós estamos fazendo. Por que eu menciono creche? Eu menciono creche porque não é só para nós, mulheres, termos onde deixar os nossos filhos. Não é só por isso, não. É porque vocês sabem que há, tem de haver com uma criança, estímulos que fazem com que ela tenha o melhor desenvolvimento ao longo da vida. Daí porque a criança precisa de um atendimento especial, e é lógico que numa creche a criança pode ter essa atenção. Então, fazer creche é atacar a raiz da desigualdade do nosso País, a raiz da diferença de oportunidade. O que nós queremos não é que todo mundo seja igual, mas que todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades, principalmente, os brasileirinhos e as brasileirinhas.

Quero também me referir ao Pronatec, porque fiquei impressionada quando eu soube que 63 mil jovens foram formados no Pronatec aqui em Roraima. E aí eu estou falando do Pronatec, porque também nós vamos abrir o Pronatec novamente para atender mais jovens e mais pessoas que precisam de formação profissional. Destaco também o Ciência sem Fronteiras, porque Roraima não ficou para trás. Roraima também enviou 48 jovens de Boa Vista para estudar nas melhores universidades do mundo. Esses são alguns exemplos da parceria que nós fizemos.

E daí eu quero falar para a governadora, o seguinte: nós fizemos parceria com a prefeitura, com a prefeita, estamos fazendo agora parceria com a governadora. A governadora falou aqui em alguns programas. Eu queria dizer à governadora que eu percebo claramente a importância do que ela solicitou e avaliou. Queria destacar, sobretudo, a necessidade do acordo para o porto de Guanta, na Venezuela. É importante que Roraima se coloque numa posição porque ele é o estado mais próximo da Venezuela. A Venezuela é um país com milhões e milhões de habitantes. A Venezuela precisa de receber alimentos, precisa de receber tanto grãos como proteínas.

Então, eu quero dizer que, de fato, Roraima está muito bem localizada para não só aproveitar o porto de Guanta e exportar para outros países, mas, sobretudo, tem de olhar com cuidado a questão de ligar uma demanda por bens da Venezuela à economia aqui de Roraima, gerando renda e emprego para aqui.

Eu dou os parabéns a essa bela cidade que acabou de completar, ela disse que ela é bem jovem, eu diria que é um jovem senhora de 125 anos. Para cidade ela, eu acho que está na adolescência, está na adolescência e, por isso, é uma cidade que tem esse poder de cativar a gente. Eu não bebi ainda a água do Rio Branco, espero… Mas me dá a água que eu bebo, posso considerar essa a água? Então beberei.

Então, antes de concluir, eu queria falar algumas coisas para vocês. É fato que o Brasil passa por dificuldades, mas é fato também que nós somos hoje um país muito mais robusto, muito mais forte. Pensem nas famílias de vocês. Antes o Brasil, quando havia qualquer problema, ou interno ou externo, tendia a ter dificuldade para pagar suas contas externas, ou seja, não tinha dólar para pagar suas contas. Hoje, o nosso País tem mais de US$ 300 bilhões de reserva. Nós não quebramos, esse é um país que tem... tem aquilo que vocês sabem o que é. A família pode passar dificuldade, mas se ela tem recursos suficientes e não quebra, ela sai da dificuldade.

Bom, além disso, este País é um país que avançou muito, tirou milhares, milhões de pessoas da pobreza extrema, da miséria, transformou a sociedade brasileira. Antes, a gente era principalmente um país só de pessoas bem pobres, hoje, nós somos um país majoritariamente de classe média, nós melhoramos todas as nossas, os nossos indicadores de educação. Aí alguém pode falar: “mas tem ainda muita coisa para fazer”. E aí eu concordaria com a pessoa: é verdade, tem muita coisa ainda para fazer. Vocês só imaginem tudo que nós temos para fazer. Nós temos de garantir uma saúde de melhor qualidade para a população.

E aí, eu quero aproveitar e falar sobre a questão que me contaram no avião e que me tocou, que é um centro de radioterapia, porque as mulheres aqui, que passam por problemas com câncer ou de seio ou de útero, elas precisam de ter tratamento. Daí porque a importância, por exemplo, de um centro de radioterapia. Nós estamos, queria avisar aqui, nós estamos em fase final de concluir esse investimento seriam R$ 6,5 milhões, obra, mais equipamentos, e licitação por aquele regime rápido de RDC. Então, eu quero deixar aqui isso registrado. Mas eu  falei isso para dar um exemplo do que falta fazer, falta muita coisa para fazer, no Brasil e, obviamente, em Roraima também. Mas vocês podem ter certeza de uma coisa: eu me dedicarei dia e noite, hora por hora, a garantir que o País saia o mais rápido possível das suas dificuldades.

Além disso, quero dizer para vocês que ao longo da vida eu passei muitos momentos difíceis. Então, eu sou uma pessoa que aguento pressão, aguento. Eu sou uma pessoa que aguento ameaça, aliás, aliás, eu sobrevivi a grandes ameaças à minha própria vida.

Acho que o Brasil hoje é muito diferente daquele Brasil que eu tive de enfrentar as mais terríveis dificuldades. Por quê? Porque este País é uma democracia, e uma democracia respeita, sobretudo, uma coisa, respeita a eleição direta pelo voto popular. Eu, eu respeito a democracia do meu País, eu sei o que é viver numa ditadura. Por isso, eu respeito a democracia e o voto e podem ter certeza que, além de respeitar, eu honrarei o voto que me deram. A primeira característica de quem honra o voto que lhe deram é saber que é ele a fonte da minha legitimidade, e ninguém vai tirar essa legitimidade que o voto me deu.

Uma outra coisa que eu queria observar, é que nós temos de nos dedicar à estabilidade institucional, econômica, política e social do País. Eu sei que tem brasileiros que estão sofrendo, por isso, é que eu me comprometo a trabalhar diuturna e noturnamente, porque a gente tem um horário de serviço como presidente, às vezes, um pouco longo, um pouco longo. Mas eu acho que isso é minha obrigação, é  meu dever, mas além disso, eu me comprometo também a contribuir e a me esforçar pela estabilidade. O País tem uma democracia, por isso, nós devemos respeito entre os poderes. Entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário e eu me disponho a trabalhar também incansavelmente para assegurar a estabilidade política do nosso País. Quero dizer a vocês que me dedicarei com grande empenho a isso nos próximos meses e anos do meu mandato.

Finalmente, eu quero cumprimentar, mais uma vez, às famílias pelas suas casas. Dizer que o que eu desejo para vocês é muita saúde, muita, mas muita felicidade e, sobretudo, a casa a gente vai também lembrar aqui: a casa é um lugar em que as pessoas também, os jovens namoram, noivam e muitas vezes casam, desejo a todos muita felicidade.

 

 Ouça a íntegra (34min09s) do discurso da Presidenta Dilma Rousseff