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Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante cerimônia de assinatura de contrato para construção e operação do veículo leve sobre trilhos (VLT) nas áreas central e portuária do Rio de Janeiro

por Portal do Planalto publicado 14/06/2013 17h57, última modificação 04/07/2014 20h17

 

Rio de Janeiro-RJ, 14 de junho de 2013

 

Boa tarde, queridos trabalhadores, queridas trabalhadoras também, que participam das obras do VLT. Eu começo por vocês porque é muito importante isso que o Sérgio Cabral falou: que os trabalhadores deste país, quando acabam uma obra, eles têm certeza que mais outras virão. Eu tenho visto isso no Brasil inteiro, e fico muito orgulhosa de que no nosso país nós tenhamos a menor taxa de desemprego da nossa história recente, dos últimos 20 anos.

Queria agradecer as palavras do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Dizer que, de fato – não é, Sérgio? – podem falar o que quiserem, nós, da nossa parte, estamos juntos.

Queria agradecer também ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e falar que... uma coisa que eu falei no outro ato, há pouco, quando nós estávamos lá na Rocinha, lançando o projeto de urbanização e transformação das favelas num lugar decente, digno de se viver, um lugar em que se pode criar os brasileirinhos, as brasileirinhas, os homens e as mulheres do nosso país. Eu disse que o Eduardo tem um grande mérito, que é não só, como disse o Sérgio, ser um grande trabalhador, acordar às 5 horas da manhã, ligar para o Sérgio às 5h15, incomodar todo mundo, porque a gente tem de trabalhar, mas porque ele é feliz. E ele me disse uma vez, e eu nunca vou esquecer isso, e acho que é uma coisa muito importante:, ele é feliz porque ele dizia para mim: “Eu olho para os outros prefeitos e falo” – me desculpa, viu, Rodrigo, me desculpa... Ele está ficando assim? Pois é. E ele disse: “Eu fico olhando para os outros prefeitos e pensando: eles devem ter inveja de mim. Eles devem ter inveja de mim porque eu sou o prefeito do Rio de Janeiro e eu sou muito feliz de ser prefeito do Rio de Janeiro”.

Todo mundo aqui sabe que, além de trabalhar, a gente tem de gostar do que faz. Eu também sou muito feliz de ser presidente do Brasil. Tenho muito orgulho disso.

Queria cumprimentar o nosso ministro Aguinaldo Ribeiro, das Cidades, que tem essa capacidade enorme de usar das imagens para transmitir o que ele está pensando. E essa imagem que ele acabou de nos transmitir sobre a construção da Muralha de Jerusalém, é uma imagem muito forte, porque a Bíblia tem essa capacidade de contar uma história para transmitir um conceito, e o que ele transmitiu aqui para nós é o seguinte: quando você está realizando alguma coisa é muito possível que parem perto de você e digam assim “olha, não vai dar certo, não, esse negócio não está bom, isso não vai dar certo”. E se a gente acreditar nisso e não tirar do fundo da gente aquela convicção, não só que vai dar certo, mas que você vai fazer dar certo, você não transforma, não muda as coisas, e a vida não vale a pena. Então, parabéns ao Aguinaldo Ribeiro por isso.

Queria também cumprimentar o nosso companheiro, grande amigo e parceiro Pezão, vice-governador do Rio de Janeiro, que eu tenho – está caindo ali, Pezão, a sua responsabilidade – que eu tenho orgulho de ter também, dividido com ele o início do PAC 1. E lembro quando o presidente Lula, lá na Rocinha, disse que eu era a “mãe do PAC”, e que o Pezão, lá na Rocinha, era o “Pai do PAC”. Então, dividi com o Pezão esse grande desafio, que foi voltar a investir em infraestrutura, principalmente naquelas regiões que mais precisavam, que eram as regiões mais pobres do país, onde não se via investimento, não é nos últimos 50 anos, não, é nos últimos 500. Não se fazia investimento de urbanização, de moradia decente, de construção de equipamentos para as populações pobres do nosso país.

Queria também cumprimentar o deputado Hugo Leal,

O secretário nacional de Transporte, Mobilidade Urbana, o Júlio Santos,

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves,

O Pedro Paulo Carvalho Teixeira, secretário-chefe da Casa Civil.

Queria cumprimentar o presidente do consórcio VLT carioca, Marcio Roberto de Morais Silva.

Por intermédio dele, cumprimento todos os empresários que viabilizam esse modelo, que é um modelo de PPP muito importante para o nosso país porque permite que a gente junte, que a gente agregue, que a gente coordene uma série de recursos provenientes do governo federal, provenientes da prefeitura e com a participação também do governo do estado e dos empresários.

Queria cumprimentar o superintendente regional da Caixa, Tarcisio Dalvi.

Queria cumprimentar as senhoras jornalistas e os senhores jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas.

Eu desenvolvi... eu desenvolvo agora e no passado eu desenvolvi, em nome do presidente Lula, como ministra-chefe da Casa Civil, uma parceria com o Eduardo Paes. E hoje aqui eu escutei, como vocês também escutaram, o Eduardo falando algo muito importante. É que as cidades, elas têm história, e a história das cidades é uma história que é contada assim. Como é que a cidade veio, ao longo dos tempos, tratando a população? Uma cidade, ela trata a população ou bem ou mal. Mal, quando ela segrega, mal quando ela separa, mal quando ela divide; e bem, quando ela junta, quando ela cria ambiente e quando ela dá acesso, à população daquela cidade, àqueles benefícios que cada um de nós quer ter.

E o Eduardo disse que o processo de tratar mal esta cidade, ele começa com a decadência e o abandono do centro da cidade, que vai fechando os olhos da população, ao expulsá-la dali, ao deteriorar as condições dali, vai expulsando e fechando os olhos para os problemas reais de uma cidade. Por isso eu fico, de uma certa forma... a palavra é entusiasmada de estar aqui, aprovando esse sistema de VLT que faz algo fundamental, que cria aqui, no centro do Rio de Janeiro, cria um sistema de transporte, que não é só um sistema de transporte, é como se fosse as veias que cada um de nós possuímos, e irrigá-las, elas que estavam se deteriorando e secando, naquele processo de transformar um organismo, porque uma cidade é um organismo vivo, num organismo morto, ela... esse VLT ressuscita esse centro, e ressuscita para quem? Ressuscita para a população da cidade. Ressuscitar para a população da cidade precisa de fazer 42 estações, precisa de integrar todos os modais, todos os modais de transporte. Por quê? Porque os modais de transporte trazem para o centro da cidade as pessoas que vão usufruir desse centro.

Então, eu fico feliz e entusiasmada, porque eu acho que esse é o caminho do Brasil. Aqui, no Rio, aqui na cidade do Rio de Janeiro, nós não estamos num lugar qualquer. O Brasil, de fato, é muito grande, e teve... eu estava pensando enquanto o Sérgio falava, o ministro e o Eduardo, teve muitos inícios, mas alguns deles são simbólicos: a primeira missa, lá na Bahia; o Pátio do Colégio com os Jesuítas, em São Paulo. Agora, aqui nasceu o Brasil na sua dimensão, por incrível que pareça, nacional. Foi aqui que o Brasil nasceu, e nasceu como um todo. Essa, por isso, sempre foi a cidade do coração dos brasileiros. Se a gente olhar, para Minas Gerais o Rio tem um significado emotivo, eu sou mineira e sei disso; os gaúchos têm um amor pelo Rio de Janeiro, os baianos, os pernambucanos, os brasilienses, enfim, o Brasil inteiro olha o Rio como um lugar que é um pouco seu, e isso é importante, Eduardo, esse VLT, porque ele vai dar acesso a todo o centro do Rio de Janeiro, e ele vai dar acesso, ao Brasil, ao centro do Rio de Janeiro.

Por isso eu fico entusiasmada hoje de estar aqui, fico entusiasmada por nós estarmos, em conjunto, fazendo esse projeto e fazendo também o Porto Maravilha. Eu não vou falar de todas as “trans” que o Eduardo vai atrás de mim e coloca para mim, não é? A Transcarioca, a Transbrasil, a Transolímpica, porque a Transoceânica é que o Rodrigo aprendeu com você e já levou. Essa é do Rodrigo.

Eu não vou falar também das parcerias todas que eu fiz aqui com o Sérgio Cabral e com o Pezão – o Arco Rodoviário, que nós vamos entregar em dezembro, não é, Pezão? Nós vamos. Vamos, Pezão, nós vamos –, de toda a luta que nós tivemos para voltar a investir aqui no Brasil, porque, gente, foi uma luta.

Eu lembro perfeitamente... Para vocês terem uma ideia, eu vou contar uma história. Eu sempre conto essa história porque ela me dói na alma. Me dói na alma de tão... como era pequeno o que se fazia no Brasil antes. Quando nós chegamos no governo com o presidente Lula, o Brasil vivia uma situação difícil naquele momento, e vinha vivendo essa situação difícil em uns... bem uns 20 anos antes.

Portanto, uma das coisas que o Brasil passava era que o Brasil devia ao Fundo Monetário Internacional. A gente só pagou o Fundo Monetário Internacional, se eu não me engano, final de 2005, início de 2006, que a gente juntou o dinheiro, pagou o Fundo Monetário Internacional e ficamos livres da supervisão.

Mas, naquela época, a gente não investia... o Brasil não investia nada. Mobilidade urbana? Nem pensar. PAC Favelas? Nem imaginar. E aí eu queria muito, e o presidente Lula queria imensamente que a gente investisse em saneamento urbano, porque é impossível um país que não investe para a sua popular ter acesso a esgoto e água tratada, é impossível um país assim. Então, a gente esforçava todo dia para arrancar um dinheiro daqui, um dinheiro dali, para investir em saneamento.

E eu quero contar uma coisa para vocês. Um belo dia chega uma pessoa e diz para mim: “Olha, o Fundo Monetário Internacional autorizou um investimento em saneamento de R$ 500 milhões, total, para o Brasil inteiro”. Quinhentos milhões de reais, hoje, nós investimos num pequeno município lá do norte da Amazônia, é isso que nós investimos num município.

Eu quero dizer para vocês que o Brasil mudou, o Brasil é outro, o Brasil investe em saneamento, investe em VLT. Esse VLT aqui vai custar R$ 7 bilhões. E tem razão o Eduardo Paes quando diz que ele não é para ninguém, nenhum jogador internacional da Copa do Mundo. Essa cidade é uma cidade que também o mundo inteiro admira, Rio de Janeiro é Rio de Janeiro.

Se a gente quiser falar do Brasil, é óbvio que eles hoje nos respeitam porque nós tiramos 40 milhões da pobreza e elevamos para a classe média. Porque nós temos uma política de distribuição de renda que mudou a face do Brasil e garantiu que a nossa população tivesse acesso, cada vez mais, aos bens. É por isso que nos respeitam. Mas, além de nos respeitar, eles nos admiram. A beleza do Rio de Janeiro é um ponto de admiração.

Então, eu pergunto a vocês: quem é que vai lucrar com o VLT? A gente chama Mobilidade Copa. Por que a gente chama Mobilidade Copa? É como qualquer um de nós aqui. Quando você vai receber alguém para uma festa na sua casa, você dá uma arrumadinha na casa, não é? Você arruma a casa, você troca uma coisa que tá feia, arruma uma cortina, dá uma pintadinha, vai fazer uma boa festa. Nós estamos fazendo uma boa festa, mas a casa é para nós, a casa não é para a festa, a casa a gente melhora porque a gente aproveita, já melhora porque você merece receber todo pessoal visitante, mas você melhora para você, para a sua família. Nós melhoramos esta cidade para nós mesmos, é isso que nós estamos fazendo.

O VLT, portanto, é um elemento fundamental na construção da melhoria de vida da população desta cidade, deste estado e do Brasil, mas também é uma coisa que nós temos de ter clareza: nós não merecemos menos; nós merecemos mais. Como cada um de nós, nós merecemos o melhor possível. Então, eu parabenizo o prefeito por estar dando a esta cidade o melhor possível em matéria de integração, de modais de transporte em matéria de VLT.

O Rio é uma cidade olímpica. Ela vai ser uma cidade olímpica e todas as cidades olímpicas do mundo mudaram de patamar. Elas mudaram para melhor e elas legaram, para a sua população, uma herança, uma herança de qualidade. Nós temos de garantir para a nossa população uma herança de qualidade.

Eu... no caso, por exemplo... vou dar um exemplo do Minha Casa, Minha Vida, sabe, Sérgio? Eu sempre olhei, quando eu entro para lançar o Minha Casa, Minha Vida, eu vou visitar o imóvel. Aí, sabe como é que é mulher! A gente tem a mania... a gente olha o chão, olha o banheiro, como é que está o azulejo do banheiro, da cozinha, vê os quartos, o tamanho de janela e a gente olha o acabamento. Eu quero, para as casas do Minha Casa, Minha Vida o melhor acabamento; eu quero piso de azulejo ou aquele piso de tabuão; eu quero que ela tenha o melhor possível. Eu não concordo que nós tenhamos de dar para o nosso povo alguma coisa de baixa qualidade. Isso é o princípio da autoestima e do autorrespeito, porque a gente não pode esquecer que este é um país rico. Ele é um país rico, vocês nunca duvidem disso! Pode o pessimista do dia vir falar para vocês que nós estamos mais fracos coisíssima nenhuma. Nós estamos enfrentando, talvez, a maior crise desde 1929. Este país tem robustez fiscal, estabilidade inflacionária, ou seja, nós temos a inflação sob controle. A inflação não sai do nosso controle. Nós somos um país com capacidade de investimento. Nós temos todas as condições de investir e, ao mesmo tempo, fazer programas sociais. O Brasil chegou a esse patamar.

Temos US$ 378 bilhões de reserva, US$ 378 bilhões de reserva. Temos uma das relações... porque você fala para uma pessoa assim: “Ah, ela é muito endividada”. É verdade, tem vários países muito endividados. Eu, há pouco, voltei de Portugal, e Portugal tem uma relação de dívida sobre o produto interno dela de 127%, ou seja, ela precisa de mais 27% ao ano de tudo o que ela produz. Nós temos a mesma relação em 34%, ou seja, nós produzimos muito mais do que devemos.

O Brasil tem hoje uma indústria que é uma indústria forte, que nós queremos que seja cada vez mais competitiva. O Brasil tem uma agricultura altamente eficiente. Vocês sabem, aqui, que o Brasil possui grandes reservas de petróleo. Agora mesmo nós temos um grande campo de petróleo – Libra – que é, talvez, uma das maiores áreas de petróleo que o mundo viu em tempos recentes. O mundo, não é o Brasil viu, não. Para vocês terem uma ideia do tamanho dela, durante os cem anos de vida da Petrobras e da exploração de petróleo no Brasil, também com outras empresas, somando tudo, nós temos em torno de 15 bilhões de barris equivalentes de petróleo, de reserva. Você mede a riqueza de um país na área de petróleo pelo tamanho da reserva que ele possui.

Para vocês terem uma ideia, o cálculo do que tem, em Libra, está em torno de 8 a 12 bilhões, mais para 12 do que para 8. O que significa que lá tem 2/3 de todas as reservas provadas do Brasil. Calcula-se que precisarão, no mínimo, de 12 a 17, 12 a 15, mais ou menos esse número, de plataformas, para explorar aquele campo. Calcula-se que num horizonte de 30 anos rodarão, só por conta dele, US$ 1 trilhão no Brasil. Esse é cálculo que não é meu, é da ANP.

O Brasil possui, hoje, como esse programa que nós estamos aqui, junto com o Eduardo Paes e vários outros que eu estive, junto com o Sérgio Cabral, o Brasil possui hoje uma série de projetos que ocorrerão em julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro. Licitaremos rodovias, ferrovias, aeroportos, portos. Licitaremos esse bloco de Libra, licitaremos gás em terra. Isso nesse horizonte desses seis meses, é muito investimento. Vocês podem ter certeza que a força dessa economia e a força deste país não se reduz porque esse ou aquele, ou aqueloutro fiquem dizendo que “Ah, isso não vai dar certo, isso não vai dar errado”.

Aliás, eu contei uma história – porque eu estive agora, segunda-feira, em Portugal – eu contei uma história porque o Palácio do Governo fica perto de uma praia e de uma região de Lisboa que se chama Restelo. Essa praia do Restelo é onde as caravelas saíam para as viagens à Índia e a viagem do Cabral aqui para o Brasil.

Prefeito Eduardo Paes: Ele?

Presidenta: Do [Sérgio] Cabral. Parente dele, não é bem ele. Isso lá se vão 500 anos, quinhentos e poucos anos. E ficava todo mundo ali, parado, na praia. Vocês imaginam a gente se... o mundo, o mundo era aquela dificuldade, aquela curiosidade também. Imagina saindo uma caravelazinha, o que que signficava naquela cidade, e aí ficava todo mundo parado na praia, olhando.

E o Camões, que criou a nossa língua portuguesa, tem uma parte, naquele livro dele, Os Lusíadas, que ele conta a seguinte história. E tinha um velho que ficava ali parado junto, especializado em falar o seguinte: “Não vai dar certo essa viagem. Vocês vão naufragar. Vocês vão encontrar...” – porque eles achavam que tinha um abismo no mar – “...vocês vão encontrar os monstros no abismo. Vocês estão é querendo expressar a vaidade de vocês, a glória vã da conquista”. E o velho, conhecido como Velho do Restelo, era esse azarador-mor. Azarava tudo! Se esse velho tivesse dominado aquele pessoal que ia para dentro das caravelas e atravessava o Atlântico – umas caravelinhas pequenininhas assim –, se ele tivesse azarado, nós não seríamos o que somos hoje.

Portanto, esses Velhos do Restelo, muitas vezes continuam a ecoar suas vozes, mas os ganhadores não são os parceiros do Velho. São os parceiros daqueles que ousaram atravessar o Atlântico. O Brasil está atravessando o seu Atlântico. O Brasil está atravessando essa imensa transformação que faz com que este país foque o seu desenvolvimento na sua gente, com a certeza de que a gente só será um país vencedor se o povo for vencedor junto com o país.

E é isso que eu queria dizer a vocês. Eu fico muito feliz porque o VLT que nós estamos lançando aqui, como as diversas “trans” do Eduardo, do Rodrigo e todas as obras que o Sérgio e o Pezão têm em parceria conosco, elas fazem parte dessa travessia e dessa transformação do nosso país num país mais desenvolvido, num país com condições de investir e de ter gastos sociais, um país que tem de zelar pelo seu povo e transformar esse povo na sua prioridade.

Obrigada a todas e a todos, e um beijo.

 

Ouça a íntegra (27min49s) do discurso da Presidenta Dilma