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Presidenta Dilma conversa em sua coluna semanal sobre a modernização dos aeroportos brasileiros

por Portal Planalto publicado 20/05/2014 09h00, última modificação 03/11/2014 17h43

Conversa com a Presidenta

 Coluna semanal da Presidenta Dilma Rousseff

 

Modernos Aeroportos nas Capitais e no Interior

 

Nesta terça-feira, estou inaugurando um novo terminal no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, o maior do Brasil. É um terminal moderno, confortável e com capacidade para receber 12 milhões de passageiros por ano. Este terminal é maior que os outros três que já operam em Guarulhos e que, em breve, serão reformados. O novo terminal tem 20 pontes de embarque e um pátio capaz de atender 34 aeronaves ao mesmo tempo.

Obras como essa estão sendo entregues nos aeroportos de todo o Brasil. Elas incluem, por exemplo, novos terminais de embarque e desembarque, reforma de terminais existentes, ampliação de pistas e pátios para movimentação das aeronaves, aumento de estacionamentos, modernização de esteiras de bagagens. Em abril, inaugurei, em Brasília, o Pier Sul do Aeroporto JK, e ainda este mês será inaugurado o Pier Norte. Os novos piers permitirão mais que dobrar o número de pontes de embarque. No Galeão, a reforma dos terminais e a expansão do Terminal 2 elevaram em quase 80% a capacidade de atendimento dos passageiros. Em Manaus, a capacidade do aeroporto foi triplicada com a ampliação e a modernização do terminal de passageiros. No Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, até o final do mês, vamos concluir as obras do Terminal 3 e a reforma do saguão do Terminal 1. Em Cuiabá, por exemplo, as obras vão quadruplicar a capacidade de atendimento. No Rio Grande do Norte, teremos um aeroporto inteiramente novo já agora no mês de maio, construído pela iniciativa privada em São Gonçalo do Amarante, cidade vizinha a Natal.

Todos esses investimentos produzirão impactos positivos já durante a Copa, mas o objetivo deles é atender ao crescimento da demanda no Brasil. São investimentos para as nossas necessidades de hoje e para o futuro. Nos últimos anos, viajar de avião passou a fazer parte do cotidiano de milhões de brasileiros. De 2003 para cá, o número de passageiros nos nossos aeroportos saltou de 33 milhões para 111 milhões ao ano. Isso está acontecendo porque, nesse período, a renda dos brasileiros aumentou, permitindo-lhes viajar de avião. Muitos milhões de brasileiros viajaram de avião pela primeira vez nesse período.

Para realizar essas obras, iniciamos, desde 2011, uma política de concessão de aeroportos com resultados muito positivos. Adotamos um modelo de gestão compartilhada. Por esse modelo, a iniciativa privada assume a administração dos aeroportos e a Infraero, empresa do Estado, continua com uma participação importante, de 49%. Hoje, com a experiência das maiores e melhores empresas de administração de aeroportos do mundo, cinco dos grandes aeroportos do Brasil já funcionam neste modelo: Guarulhos, Brasília, Viracopos, Confins e Galeão.

Além disso, ao pensar no futuro, nossas atenções não estão voltadas apenas para os aeroportos das grandes cidades. Pela primeira vez na história, o Governo Federal age vigorosamente para modernizar os aeroportos localizados em nossas pequenas e médias cidades. Estamos investindo R$ 7,3 bilhões na expansão de 270 aeroportos espalhados pelo interior do Brasil. Esses aeroportos regionais vão descentralizar e facilitar o fluxo de passageiros. Assim, quem está longe dos grandes centros vai, progressivamente, poder pegar um avião a menos de 100 quilômetros de onde mora ou trabalha. Já concluímos os estudos de viabilidade de 163 aeroportos, e agora estamos na fase de elaboração dos projetos de engenharia. Já temos R$ 186 milhões em contratos de projetos assinados e em execução. A partir de junho, começaremos as licitações para as obras, que prosseguirão ao longo de todo o segundo semestre de 2014. É importante destacar que os recursos para essas obras nos aeroportos regionais vêm das concessões dos grandes aeroportos.

Vamos, também, isentar os aeroportos regionais de todas as tarifas aeroportuárias e subsidiar as passagens aéreas para rotas originadas ou destinadas a esses aeroportos, sempre que isso for necessário para garantir a regularidade dos voos. Vamos subsidiar 50% dos assentos ou até 60 assentos por aeronave para aproximar o preço da passagem de avião à dos ônibus e democratizar ainda mais o acesso ao transporte aéreo. Com a ampliação da aviação regional vamos estimular o turismo, facilitar as viagens de negócios, aumentar a capacidade de transporte aéreo de cargas, aproximar famílias e conectar populações que vivem isoladas na imensidão deste Brasil.

 

 

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