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Trabalho e renda nas metrópoles

por Portal do Planalto publicado 31/03/2012 00h00, última modificação 07/07/2014 12h25
Mais emprego e menos desigualdade de renda no mercado de trabalho das grandes cidades

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 Aumento de empregos formais e de trabalhadores contribuindo para a previdência 

A participação dos trabalhadores com carteira assinada do setor privado no total de ocupados passou de 39,7%, em 2003, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, a proporção de trabalhadores que contribuíam para a previdência passou de 61,2% para 71,0%.

 

O menor índice de desemprego em 2011

A taxa média de desemprego diminiu pela metade entre 2003 e 2011, passando de 12,4% para 6,0%. São Paulo (de 14,1% para 6,2%) e Recife (de 13,8% para 6,5%) são os exemplos mais contundentes da queda das taxas de desemprego, que alcançou todas as regiões metropolitanas, entre 2003 e 2011. As disparidades regionais também diminuíram no mesmo período.

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Cresce a participação das mulheres no mercado de trabalho

Entre 2003 e 2011, a População Economicamente Ativa (PEA) feminina (conjunto de mulheres com idade acima de 10 anos que estavam trabalhando ou procurando trabalho) cresceu 17,3%, enquanto a PEA masculina aumentou 9,7%. A participação das mulheres na PEA passou de 44,4% em 2003, para 46,1% em 2011.

No mesmo período, as mulheres aumentaram sua participação na população ocupada, passando de 43,0% para 45,4%. Salvador é a região metropolitana com maior proporção de mulheres ocupadas com 47,0%, e Rio de Janeiro a menor, com 44,3%.

Diminuem as diferenças entre os rendimentos do trabalho

Entre 2003 e 2011, o rendimento real médio das mulheres cresceu 24,9%, variação superior à observada entre os homens. A remuneração média das mulheres passou a corresponder a 72,3% da masculina, em 2011, situação menos desigual que em 2003, quando esta proporção equivalia a 70,8%. Também por raça e cor diminuíram as desigualdades entre rendimentos. Entre 2003 e 2011, os rendimentos dos pretos e pardos cresceram mais que os rendimentos dos brancos.

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8aCai o subregistro civil de nascimentos
O subregistro civil de nascimentos – nascimentos não registrados no ano de ocorrência ou até o primeiro trimestre do ano seguinte – decresceu de 23%, em 2001, para 6,6%, em 2010. Com esses resultados, o Brasil está próximo de erradicar o subregistro, o que ocorre, para a Organização das Nações Unidas (ONU), quando o índice de subregistro alcança 5,0%.

 

 

 

 

 8cTais resultados devem-se à combinação de várias políticas. Destacam-se a gratuidade da primeira via dos registros de nascimento e óbito; a realização de mutirões e campanhas de divulgação; a solicitação de registro de nascimento pelos programas de Assistência Social e transferência de renda, em especial o Programa Bolsa Família; e o Compromisso Nacional pela Erradicação do Subregistro Civil de Nascimento e Ampliação do Acesso à Documentação Básica. Outro fator que contribuiu para a queda do subregistro é o fato de que 97,8% dos nascimentos registrados são realizados em hospitais.


 

  

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Trabalhadores mais escolarizados
Em 2003, 46,7% da população ocupada tinham 11 anos ou mais de estudo, parcela que cresceu para 60,7%, em 2011. Nesse grupo, destacam-se os trabalhadores com ensino superior, que em 2003 representavam 13,8% da população ocupada, passando para 18,6%, em 2011.