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No Bom Dia Ministro, Alexandre Padilha fala sobre a distribuição gratuita de medicamentos para asma e outras medidas para a melhoria da saúde pública

por Portal do Planalto publicado 30/05/2012 15h25, última modificação 04/07/2014 14h59
O Ministério da Saúde passa a distribuir, a partir da próxima segunda-feira (4), medicamentos de graça para tratamento de asma, por meio do programa Saúde Não Tem Preço

 

O Bom Dia Ministro desta quinta-feira (31) entrevista o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. No programa, Padilha falará sobre a distribuição gratuita de medicamentos para asma, que se inicia na próxima semana, a ampliação de cirurgias eletivas, a Carta SUS e a redução da mortalidade materna. A entrevista é produzida e coordenada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, e transmitida, ao vivo, pela TV NBR e via satélite, das 8h às 9h.

Medicamentos gratuitos para asma - O Ministério da Saúde passa a distribuir, a partir da próxima segunda-feira (4), medicamentos de graça para tratamento de asma, por meio do programa Saúde Não Tem Preço. A ação faz parte do programa Brasil Carinhoso, lançado em maio pela presidenta Dilma Rousseff. A expectativa do ministério é que a inclusão dos medicamentos tenha impacto positivo especialmente na saúde infantil.

A asma está entre as principais causas de internação entre crianças de até seis anos. Em 2011, do total de 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram crianças de zero a seis anos. Além disso, cerca de 2,5 mil pessoas morrem por ano por conta da doença. O início da distribuição de remédios para asma amplia o programa Saúde Não Tem Preço, que assegura, desde fevereiro de 2011, acesso a 11 medicamentos para hipertensão e diabetes nas 554 farmácias populares da rede própria e 20.374 da rede privada. Para pegar os medicamentos, basta a apresentação de receita médica dentro do prazo de validade – que pode ser de um profissional da rede pública ou privada –, de um documento oficial com foto e CPF.

Redução da mortalidade materna - O Brasil registrou queda recorde nos números de mortes maternas em 2011, primeiro ano de funcionamento do programa Rede Cegonha. Entre janeiro e setembro do ano passado, foram contabilizados 1.038 óbitos decorrentes de complicações na gravidez e no parto, o que representa queda de 21% em comparação ao mesmo período de 2010. Lançada em março do ano passado, a Rede Cegonha já destinou investimentos federais que somam R$ 2,5 bilhões para qualificar a assistência à mulher e ao bebê. Com pouco mais de um ano, a iniciativa já atende 36% das gestantes no SUS. Entre as melhorias, está o avanço no acesso das mulheres às consultas de pré-natal – em 2011, mais de 1,7 milhão de mulheres fizeram no mínimo sete consultas pré-natais. Além de ampliar a qualidade do atendimento no SUS, a Rede Cegonha também auxilia as gestantes no deslocamento para as consultas de pré-natal. Até o momento, 59 municípios de 11 estados já cadastraram mulheres usuárias do SUS para receberam auxílio financeiro de até R$ 50.

Cirurgias eletivas – Em um ano, o Ministério da Saúde ampliou em 65% o número de cirurgias eletivas realizadas no Brasil no último ano. Foram 345 mil cirurgias em 2011 contra 209 mil em 2010. Os procedimentos eletivos são aqueles que podem ser agendados com antecedência nos serviços de saúde, como catarata, tratamento de varizes e retirada de amígdalas. Os investimentos do governo federal para a execução desses atendimentos também teve aumento significativo: cresceu 70% em um ano, passando de R$ 106,56 milhões (2010) para R$ 181,65 milhões (2011). Para aumentar o acesso da população brasileira a esses atendimentos, em 2011 o Ministério da Saúde adotou medidas para auxiliar os gestores locais do SUS a aumentar a realização de procedimentos eletivos, melhorar o atendimento à população e reduzir o tempo de espera. A quantidade de cirurgias eletivas – contempladas na política – passou de 88 para 710. Além disso, o valor pago a 20 procedimentos sofreu reajuste de até 50%. Esses atendimentos estão distribuídos em especialidade como oftalmologia, ortopedia, urologia e vascular.

Carta SUS – Desde janeiro deste ano, o Ministério da Saúde envia aos pacientes que foram internados em hospitais da rede pública a Carta SUS, que permite avaliar o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas. Além de críticas ou elogios, por meio da carta, os cidadãos podem denunciar possíveis irregularidades, como a cobrança de procedimentos nos hospitais do SUS. O envio da Carta SUS é mensal e ocorre por porte-pago, ou seja, sem despesas para o usuário. Está sendo esperada uma média de um milhão de correspondência por mês. Até maio, 3,2 milhões de cartas já foram enviadas a todo o país. Além do questionário para a avaliação do paciente, a Carta SUS traz dados como a data da entrada no hospital, o dia da alta e o motivo da internação. O usuário poderá conferir se os dados estão corretos e correspondem ao serviço prestado e conhecerá o custo total da internação. A carta pode ser respondida tanto pelo paciente quanto por um familiar.

Participam do programa, ao vivo, as rádios: Clube de Blumenau AM (Blumenau/SC); Nacional do Rio de Janeiro AM (Rio de Janeiro/RJ); Aparados da Serra AM (Bom Jesus/RS); Gaúcha AM (Porto Alegre/RS); Comunitária Timon FM (Timon/MA); América (Belo Horizonte/MG); Príncipe Imperial AM (Crateús/CE); Difusora Acreana AM (Rio Branco/AC); Educadora 107,5 FM (Salvador/BA); Belém FM (Belém/PA); Escola 101 100,9 FM (São João do Meriti/RJ); CBN Manaus (Manaus/AM); Amiga FM (Registro/SP); Integração AM (Cascavel/PR); Salgueiro FM (Salgueiro/PE) e Cacique (Sorocaba/SP).

O programa é transmitido ao vivo pela TV NBR e pode ser acompanhado por meio do link no site da Secretaria de Imprensa da Presidência da República. Para as rádios, o sinal de transmissão é disponibilizado pelo mesmo canal da "Voz do Brasil". Após o programa, o áudio da entrevista estará disponível no site da Secretaria de Imprensa da Presidência da República.

 

Mais informações
Secretaria de Imprensa (61) 3411-1370

 

Ouça a íntegra da entrevista (43min33s) do ministro Alexandre Padilha

Assunto(s): Governo federal